Resistência do capim pé-de-galinha ao herbicida Glyphosate em cafeeiros

Crédito Cezar Araújo

Publicado em 24 de outubro de 2018 às 07h11

Última atualização em 24 de outubro de 2018 às 07h11

Acompanhe tudo sobre Água, Alecrim, Braquiária, Café, Herbicida, Oliveira e muito mais!

 

Giovani BeluttiVoltolini

giovanibelutti77@hotmail.com

Larissa Cocato da Silva

Engenheiros agrônomos e mestrandos pela Universidade Federal de Lavras (UFLA)

Joana Caroline D’arc de Oliveira

João Pedro de Miranda Silvestre

Graduandos em Agronomia – UFLA

Ademilson de Oliveira Alecrim

Engenheiro agrônomo, mestre e doutorando ” UFLA

Crédito Cezar Araújo

A recorrência de plantas daninhas resistentes na agricultura é um problema que vem trazendo grande preocupação aos agricultores, profissionais da área e também pesquisadores das ciências das plantas daninhas. Isto porque as mesmas se mostram de difícil controle e impactam em maior custo de produção e redução de produtividade das áreas.

Em plantas de cafeeiro, já é notória a interferência de plantas daninhas no crescimento e desenvolvimento da cultura, que quando em competição por fatores essenciais ao desenvolvimento, como, água, luz, espaço e nutrientes, chegam a causar cerca de 77% de perdas às plantas.

O capim pé-de-galinha é o mais recente dos casos de resistência de plantas daninhas – Crédito Giovani Belutti Voltolini

Além da competição das plantas daninhas, o cafeicultor está lidando com um problema ainda mais sério, que é a resistência de alguns biótipos de espécies de plantas daninhas aos principais herbicidas utilizados, dificultando bastante o manejo destas nas áreas de cultivo.

A pressão de seleção, aliada a uma série de manejos e práticas errôneas, vem culminando em um aumento da quantidade destes biótipos resistentes, onerando assim o cultivo e, consequentemente, reduzindo a lucratividade do cafeicultor.

O cafeicultor deve associar diversos métodos de controle de ervas daninhas – Crédito Satis

Estas práticas incorretas se baseiam, principalmente, na recorrência de um mesmo mecanismo de ação de herbicidas, a não alternância de métodos de manejo, e também pela não utilização de formas de cultivo alternativos, como a adoção de plantas de cobertura, como a braquiária, ou cultivos intercalares à cultura, como leguminosas ou frutíferas.

Essa matéria completa você encontra na edição de outubro de 2018 da Revista Campo & Negócios Grãos. Adquira o seu exemplar para leitura completa.

 

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