Aumentos na produtividade, qualidade e rentabilidade com Lithothamnium

Aumentos na produtividade, qualidade e rentabilidade com Lithothamnium
Aumentos na produtividade, qualidade e rentabilidade com Lithothamnium

Publicado em 5 de agosto de 2019 às 14h15

Última atualização em 5 de agosto de 2019 às 14h15

Acompanhe tudo sobre Adubação, Alga, Biológico, NPK, Nutrição, Orgânicos, Raízes, Rentabilidade, Solo e muito mais!
Crédito Shutterstock

O País hoje importa cerca de 75% dos fertilizantes utilizados pelo agronegócio. Esta dependência do produto importado onera toda a cadeia. A indústria precisa equacionar os desafios da tomada de decisão que atendam à competitividade de custos (câmbio/preços/lead time/capital de trabalho) e também atender às necessidades do produtor.

Na ponta do produtor, os custos com fertilizantes representam mais que 35% do total, sendo esta uma das principais decisões a ser tomada todos os anos. Soma-se ainda, negativamente, o fato dos fertilizantes industriais NPK terem baixa eficiência de aproveitamento pelas plantas, onde quantidades expressivas ficam retidas no solo e/ou são perdidas por lixiviação, volatilização, entre outros.

Ao contrário dos insumos NPK, os fertilizantes vegetais provenientes da alga marinha Lithothamnium possuem matéria-prima renovável e nacional. Esta alga é conhecida há mais de 200 anos e vem sendo explorada nos últimos 30 anos por países da Europa e Ásia, para oferecer nutrição animal, vegetal e humana.

Por possuir macro e micronutrientes minerais de rápida liberação, substâncias orgânicas peculiares das algas marinhas, carbonatos biogênicos e estrutura celular como microporos que abrigam microrganismos e retém umidade, a alga Lithothamnium atua não só como fertilizante, mas também como excelente condicionador químico e biológico do solo, melhorando a eficiência dos adubos NPK. Lithothamnium pode ser aplicado em mistura com o NPK ou separado, porém, neste caso precisa ser aplicado no mesmo lugar, preferencialmente perto das raízes. 

Em campo

Como potencializador dos adubos NPK, diversos trabalhos de campo mostram que, na presença do Lithothamnium, foi possível atingir os patamares desejados de produtividade utilizando níveis mais ajustados de NPK, possibilitando ao produtor equalizar a adubação, reduzir os desperdícios e, consequentemente, economizar e lucrar mais.

“Cada vez mais os estudos de campo estão demonstrando o que já foi comprovado em pesquisas científicas em todo o mundo: fertilizantes biológicos provenientes da alga Lithothamnium conseguem aumentar a produtividade e melhorar a qualidade das lavouras com baixo investimento, atendendo às principais demandas dos agricultores”, explica Ricardo Macedo, gerente de pesquisa e desenvolvimento da iniciativa privada. “Além disso, trata-se de um produto de matéria prima 100% nacional, certificado para cultivos orgânicos (IBD), renovável e sustentável”, completa o especialista, que é doutor e o principal especialista em estudos com a alga Lithothamnium no Brasil.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

15º Congresso Andav propõe debates sobre novos caminhos para a distribuição de insumos agropecuários

2

Simpósio dos Avanços da Cannabis no Brasil terá pesquisadora da Embrapa

3

Gestão eficiente da água fortalece a produção no campo

4

Encontro Regional Abbin Minas Gerais reúne cadeia da batata em Pouso Alegre

5

Agricultura digital: metodologia avalia potencial de adoção de tecnologias no campo

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

encontro-regional-abbin-minas-gerais

Encontro Regional Abbin Minas Gerais reúne cadeia da batata em Pouso Alegre

imagem_2026-08-06_100356843

Manejo nutricional eleva o potencial produtivo do pimentão

imagem_2026-08-06_100222370

Pimentões coloridos: alta tecnologia e valor agregado

Foto 01 (Pequeno)

Inovação em pós-colheita e a nova era da conservação