Tomate italiano premium chega ao mercado

Sakata - Crédito Luize Hess

Publicado em 31 de julho de 2015 às 19h00

Última atualização em 31 de julho de 2015 às 19h00

Acompanhe tudo sobre Bacteriose, Hortifrúti, Lucro, Tomate, Vira-cabeça e muito mais!

 

Sakata - Crédito Luize Hess
Sakata – Crédito Luize Hess

Lançado recentemente pela empresa de sementes Sakata, o tomate Ravena representa uma grande evolução no mercado de tomate italiano, cujos diferenciais são identificados facilmente pelo consumidor. A padronização dos frutos, ótimo sabor e durabilidade deste tomate premium proporcionam aos varejistas e atacadistas maior valor agregado na comercialização, além de um menor descarte na seleção para as gôndolas.

“Hoje o segmento italiano é cada vez mais demandado pelo consumidor, por conta da qualidade e do sabor que apresenta tanto para o consumo in natura quanto no preparo de molhos. O Ravena foi desenvolvido para satisfazer os consumidores mais exigentes, que buscam um tomate com textura firme, polpa suculenta, coloração intensa e durabilidade“, salienta Gustavo Veiga, gestor de produtos da Sakata, especialista em tomates.

No ano de 2015, o segmento Italiano teve valorização média de 15% em relaçãoao Salada nos principais entrepostos atacadistas do país, sendo, por isso, uma ótima opção para a maximização de lucros do produtor.

Demanda de mercado

Este tomate foi desenvolvido pela Sakata para atender demandas específicas dos produtores, sobretudo do estado de São Paulo e da região Sul do Brasil, locais que apresentam dois dos principais problemas no cultivo do tomate: a pressão de vira-cabeça e a dificuldade de produção em condições chuvosas.

Neste sentido, o Ravena agrega à sua genética um pacote de resistências às principais viroses e bacterioses que causam deformidades nos frutos e perdas na produção, além de características que permitem um excelente desempenho em períodos chuvosos, minimizando, assim, o aparecimento de manchas e rachaduras nos frutos.

 Esta variedade possui também o maior potencial produtivo do segmento para cultivo em campo aberto, com alto pegamento de frutos uniformes e de calibre grande, da base ao ponteiro. As principais regiões de produção do Ravena atualmente são o Sudoeste e Norte paulistas, a região metropolitana de Campinas (RMC) e o Sul do Brasil.

Essa matéria você encontra na edição de julho da revista Campo & Negócios Hortifrúti. Adquira a sua.

 

 

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Mercado de bioinsumos deve fechar 2026 com alta de até 7% em valor e 10% em volume

2

O que acontece com a nossa comida quando o solo se degrada?

3

Área plantada com soja cresce 118% em Santarém, revela estudo 

4

Bioestimulantes à base de algas contribuem para o desenvolvimento das pastagens

5

Da ESALQ ao Vale do Silício asiático: startup brasileira transforma compliance agrícola com inteligência artificial

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

Cacau - Créditos: Shutterstock

Cacau recua em correção técnica e mercado monitora El Niño, aponta Hedgepoint

WhatsApp-Image-2026-08-27-at-14.39.34 (Pequeno)

Produção de cenoura no verão requer gestão de risco para ganhar previsibilidade

Slabs com o Substrato para Morango M2, da Agrofior (Registro MAPA PR 001890-0.000012): Detalhe da bolsa (esq)., carga de frutos – frutos sem contato com a terra – na lavoura comercial em túnel plástico (dir.)

Do canteiro à calha: o substrato que sustenta a nova era do morango brasileiro

Ju_20260914_Tecnologia-para-goma-de-cajueiro-igor-alisson-Capa

Cajueiro ganha nova possibilidade de aproveitamento com tecnologia da Unicamp