Manejo nutricional eleva o potencial produtivo do pimentão

Programa desenvolvido pela Green Has & TechFertil integra bioestimulação, nutrição foliar e fertirrigação para favorecer o enraizamento, reduzir estresses e aumentar a produtividade e a qualidade dos frutos.
Acompanhe tudo sobre Pimentão e muito mais!

A cultura do pimentão exige um manejo nutricional preciso durante todo o ciclo para expressar seu potencial produtivo. Do transplante à colheita, o equilíbrio entre desenvolvimento radicular, nutrição e bioestimulação é determinante para enfrentar desafios como estresses térmicos, pegamento de flores e enchimento uniforme dos frutos.

Com esse objetivo, a Green Has & TechFertil disponibiliza um programa nutricional que reúne soluções voltadas ao fortalecimento das plantas desde os primeiros dias após o transplante.

Na fase de estabelecimento da lavoura, a recomendação é realizar a primeira aplicação cinco dias após o transplante e repetir o manejo aos dez dias. A associação entre Algaren Twin e Magic P favorece o desenvolvimento do sistema radicular, reduz o estresse causado pelo transplante e contribui para o melhor pegamento das mudas.

O efeito é resultado da combinação entre extratos de algas, aminoácidos e fósforo de rápida absorção.

Bioestimulação acompanha todo o ciclo

Após o estabelecimento da cultura, o programa nutricional passa a priorizar a manutenção do crescimento vegetativo, do florescimento e da frutificação por meio de aplicações foliares periódicas.

De acordo com Franco Borsari, diretor da Green Has & TechFertil, o Neutrone atua como condicionador e bioestimulante da cultura, enquanto o Calboron fornece cálcio e boro para fortalecer a estrutura celular e auxiliar na prevenção do fundo preto. O BoroGreen 450 contribui para a germinação do grão de pólen e favorece o pegamento das flores.

O MagnesioGreen 5.5 estimula a fotossíntese e a síntese de clorofila, enquanto o Molystar participa da otimização do metabolismo do nitrogênio. Complementando o manejo, o Oligogreen fornece um conjunto equilibrado de micronutrientes que favorece a formação de flores maiores, mais abertas e com maior viabilidade.

Em situações de variações bruscas de temperatura, a recomendação é utilizar o Greit VG para reduzir o estresse metabólico das plantas. Já o Expando é indicado para favorecer o pegamento floral e promover maior uniformidade no crescimento dos frutos.

Fertirrigação acompanha as exigências da planta

O programa de fertirrigação foi estruturado para atender às diferentes necessidades nutricionais ao longo do ciclo da cultura.

Entre 15 e 50 dias após o transplante, o formulado 10.50.10 é utilizado para estimular o desenvolvimento radicular e o crescimento vegetativo inicial. A partir dos 30 dias, o formulado 20.20.20 contribui para a manutenção do equilíbrio nutricional da lavoura.

Com o início do enchimento dos frutos, o manejo passa a priorizar o fornecimento de potássio por meio do formulado 06.16.36. Posteriormente, durante o período que vai dos 60 dias após o transplante até o encerramento da colheita, o formulado 07.08.40 é utilizado de forma intercalada com o 06.16.36, acompanhando as exigências da fase produtiva.

Produtividade e qualidade comercial

Segundo Franco Borsari, os produtores que utilizam esse programa nutricional obtêm ganhos consistentes em produtividade e qualidade dos frutos.

Entre os principais resultados observados estão o rápido estabelecimento das mudas, com enraizamento vigoroso e redução da mortalidade após o transplante, além de florescimento mais eficiente e menor abortamento floral, refletindo em maior número de frutos por planta.

As plantas também apresentam maior tolerância às oscilações de temperatura, mantendo seu ritmo metabólico mesmo em condições de estresse climático. Como consequência, os frutos apresentam melhor espessura de parede, maior peso específico, coloração uniforme e menor incidência de desordens nutricionais, como a podridão apical, conhecida como fundo preto.

Outro benefício destacado é a manutenção do vigor e da sanidade das plantas durante todo o período de colheita, permitindo maior longevidade da lavoura e ampliando o potencial produtivo por hectare.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Manejo biológico ganha espaço na cotonicultura

2

Sementes piratas geram prejuízo de R$ 10 bilhões por ano ao mercado brasileiro

3

Mercado brasileiro de fertilizantes deve crescer 5,9% ao ano até 2030

4

O futuro do pomar começa no solo

5

Algodão agora conta com biotecnologia metabólica

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

PG 48 a 49 - Foto 01 (Pequeno)

O futuro do pomar começa no solo

A cacauicultura desempenha papel estratégico na Amazônia contemporânea: gera renda e recupera solos, além de proporcionar outros benefícios ao bioma. Foto: Adriano Venturieri

Produção de cacau na Amazônia ocupa 121 mil hectares no Pará e Rondônia

Fotos: Campo de Ouro

Polinização do abacateiro: o papel das abelhas na produção

lichia

São Paulo produz 80% da lichia do Brasil e amplia vendas para a Europa