Koppert comemora 50 anos

Crédito Koppert

Publicado em 22 de janeiro de 2017 às 07h48

Última atualização em 22 de janeiro de 2017 às 07h48

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No dia 12 de janeiro, os diretores globais Henri Oosthoek e Paul Koppert anunciaram o aniversário da empresa durante uma comemoração com os funcionários na sede em Berkelen Rodenrijs, Holanda. A comemoração foi transmitida ao vivo para todas as subsidiárias ao redor do mundo.

O aniversário será comemorado ao longo do ano com várias atividades, entre elas, um dia de visitação Àsede e um Simpósio que será realizado em setembro.

Ao longo dos últimos 50 anos, a Koppert cresceu e se tornou a líder mundial em proteção biológica de culturas protegidas. Desde que o seu fundador Jan Koppert começou a usar o ácaro predador Phytoseiuluspersimilis, em 1967, a empresa cresceu e se tornou uma multinacional com um faturamento anual de 190 milhões de euros.

Hoje, conta com 1.200 funcionários distribuídos em 26 países, incluindo mercados como China, Brasil, Estados Unidos e Rússia. A empresa também exporta para mais de 90 países.

Soluções

As soluções naturais da Koppert para pragas e doenças são usadas em todo o mundo. Recentemente, a empresa começou a produzir organismos microbiológicos como fungos e bactérias para cultivo em campo aberto.

Estes organismos aumentam a resiliência das culturas e enriquecem a biodiversidade e os nutrientes do solo. A empresa visualiza isso como um enorme crescimento de mercado.

“Os fertilizantes artificiais e a proteção química das culturas têm desempenhado um papel dominante nos últimos anos, o que teve um impacto negativo na vida do solo. Isso precisa mudar, e fungos e bactérias realmente podem ajudar”, diz Paul Koppert.

“Os microrganismos foram subestimados há muito tempo. Eles oferecem proteção contra doenças e pragas, mas também melhoram a saúde e os níveis de nutrientes do solo, permitindo que os produtores reduzam drasticamente o uso de fertilizantes artificiais. Este é um fator importante na agricultura e na horticultura do amanhã”.

A empresa diz que o uso de proteção química pode ser reduzido consideravelmente no cultivo em campo aberto. “Existe uma crescente demanda em todo o mundo por alimentos de qualidade e seguros”, diz o membro do Conselho Executivo, Henri Oosthoek. “Precisamos avançar para a agricultura e a horticultura que não trabalham contra a natureza, mas em harmonia com ela. Resultando em mais, melhores e mais seguros alimentos com menos pressão sobre o meio ambiente. Essa é a nossa contribuição diária”.

Essa matéria você encontra na edição de fevereiro 2017  da revista Campo & Negócios Hortifrúti. Adquira já a sua.

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