Produtor busca soluções para uma cafeicultura responsável e movimenta Feira do Cerrado

A terceira edição da Feira do Cerrado, promovida pela cooperativa Cooxupé, recebeu cerca de 3,4 mil produtores de café do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, que movimentaram o Centro de Negócios do evento: foram emitidos mais de 1.200 orçamentos. Esse ano a feira trouxe o tema "Produção responsável para uma cafeicultura de sucesso", destacando a otimização dos processos para os produtores de café.

Publicado em 7 de abril de 2018 às 07h30

Última atualização em 7 de abril de 2018 às 07h30

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Evento da Cooxupé aconteceu nos dias 21 e 22 de março, em Coromandel, onde produtores tiveram contato com as principais novidades do mercado

 

A terceira edição da Feira do Cerrado, promovida pela cooperativa Cooxupé, recebeu cerca de 3,4 mil produtores de café do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, que movimentaram o Centro de Negócios do evento: foram emitidos mais de 1.200 orçamentos. Esse ano a feira trouxe o tema “Produção responsável para uma cafeicultura de sucesso”, destacando a otimização dos processos para os produtores de café.

“Estamos satisfeitos com a movimentação que registramos, pois mesmo com o café não apresentando preços mais favoráveis o produtor não deixou de vir para pesquisar e efetivar seus negócios. Um dos atrativos que proporcionamos para este cenário positivo da feira foi estender o prazo de pagamento de três para quatro anos em maquinários voltados para o processo pós-colheita que trazem mais qualidade ao café”, explica o superintendente de Desenvolvimento do Cooperado da Cooxupé, José Eduardo Santos Júnior.

Fotos Luize Hess
Fotos Luize Hess

Expositores comemoram os bons resultados

 

Os expositores também comemoram os resultados. “Percebemos que esse ano o produtor já veio para a feira sabendo o que iria comprar, qual máquina ele queria. Acreditamos que 70% dos orçamentos que foram feitos serão concretizados, o que representa cerca de 15% a mais do que no ano passado”, contou Adelir Luiz Costa, consultor de vendas da Triton. Além da realização de negócios, as empresas também valorizam o contato mais próximo com os cafeicultores. “Fortalecer nossa relação com o produtor é muito importante, queremos que ele sempre se lembre da nossa empresa quando precisar de um produto, e para isso essa conversa que temos com eles no estande é fundamental”, explica Deir Silva, gerente de negócios de café da Bayer.

Fotos Luize Hess
Fotos Luize Hess

Com 65 expositores apresentando suas principais inovações, os cooperados aproveitaram para conhecer as novidades e assim modernizar e mecanizar melhor suas propriedades. “Acho muito importante atualizar o maquinário, porque assim consigo produzir um café com mais qualidade e consequentemente com valor mais alto no mercado”, afirma o agricultor Adelmir Vidal, de Araguari. “O investimento em tecnologia e em novos equipamentos e produtos para a lavoura é muito importante para o nosso cooperado ter uma atividade cafeeira com mais responsabilidade, agregando valor à sua produção. A mecanização é um dos caminhos para que nosso produtor alcance mais eficiência e reduza custos, e assim ganhe mais competitividade. Por meio da feira, abrimos aos nossos cooperados a oportunidade de conhecer as novidades dos principais fabricantes do agronegócio brasileiro, atualizando seus conhecimentos”, conclui o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino.

Essa matéria você encontra na edição de abril 2018 da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua.

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