Tecnologias voltadas à redução de estresses abióticos ajudam a preservar o potencial produtivo da cultura em cenários de chuva irregular e oscilações de temperatura.
A implantação da safra começa em um cenário de maior atenção ao clima, exigindo que os produtores ajustem o planejamento desde o início do ciclo. A expectativa de um El Niño mais intenso amplia o cuidado com períodos de chuva concentrada, janelas de restrição hídrica e oscilações térmicas. Afinal, esses fatores interferem diretamente no estabelecimento da cultura e no perfilhamento.
O impacto do clima e a importância da prevenção
Para o responsável pelas operações da Elicit Plant Brasil, Felipe Sulzbach, a irregularidade climática reforça a necessidade de preparar a planta antes dos períodos mais críticos. Segundo ele, as lavouras que mantêm um bom manejo fisiológico no trigo tendem a apresentar desenvolvimento mais uniforme. Como consequência, mostram maior capacidade de sustentar o enchimento de grãos ao longo do ciclo.
O executivo observa que o produtor tem adotado uma postura mais preventiva diante das últimas safras:
“O cenário climático já entra no planejamento desde o início. O trigo sente bastante a combinação de chuva concentrada, restrição hídrica e variações de temperatura, principalmente nas fases que definem o potencial produtivo”, explica Sulzbach.
Resultados práticos: incremento de produtividade na lavoura
Nas áreas acompanhadas pela empresa, a resposta das lavouras tratadas aparece principalmente no vigor inicial, na emergência mais uniforme e na maior estabilidade durante o ciclo. Conforme Sulzbach, esse comportamento ganha peso em anos de maior pressão climática, quando a regularidade de desenvolvimento passa a ser decisiva para reduzir perdas.
Dados de centros de pesquisa citados pela Elicit Plant Brasil indicam um incremento médio de 266 kg/ha com o uso de tecnologia frente ao manejo padrão.
No entanto, ao adotar um manejo fisiológico no trigo com tecnologias em desenvolvimento mais avançadas (elicitação fisiológica), os ganhos são ainda maiores:
- Incremento de até 423 quilos por hectare;
- O equivalente a cerca de sete sacas por hectare;
- Avanço de até 11% no desempenho geral da lavoura.
O que é elicitação fisiológica e como ela funciona?
A elicitação fisiológica busca estimular respostas naturais da planta para enfrentar situações de estresse abiótico, como a falta ou o excesso de água.
No trigo, a empresa aponta que o manejo no período entre o alongamento e a fase que antecede a etapa reprodutiva traz benefícios claros:
- Mantém a área foliar ativa por mais tempo;
- Melhora o uso de água e nutrientes;
- Sustenta o enchimento de grãos de forma eficiente.
Sulzbach ressalta que o ganho produtivo deve ser analisado junto com a estabilidade da lavoura. “Talvez mais importante do que o ganho absoluto seja a previsibilidade. Em um ano com influência de El Niño, a lavoura precisa responder de forma mais regular, porque isso reduz perdas ao longo do ciclo”, afirma.
Produtividade rentável: o retorno sobre o investimento
Segundo o especialista, a construção da produtividade começa antes mesmo da semeadura. Em cenários de alto risco climático, o produtor não pode trabalhar apenas de forma reativa, sendo necessário blindar o cultivo com antecedência.
Além dos ganhos agronômicos, o retorno econômico enche os olhos do mercado. Com base nos resultados da empresa, o uso do BomaFit apresenta um retorno sobre o investimento (ROI) superior a 3:1. Isso significa mais de R$ 3,00 de retorno para cada R$ 1,00 aplicado na tecnologia.
Para entender melhor como proteger sua lavoura contra o estresse hídrico, conheça as soluções de manejo fisiológico no trigo da Elicit Plant e garanta a previsibilidade da sua colheita.