Agronegócio auxilia na recuperação de áreas degradadas

Com aumento de até 25% na produção, sem precisar desmatar novas terras, Effatha Technology pode ajudar na recuperação de áreas degradadas

Publicado em 21 de fevereiro de 2024 às 12h00

Última atualização em 21 de fevereiro de 2024 às 12h00

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O ano de 2023 foi o mais quente já registrado no planeta. Segundo dados divulgados pelo C3S, Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia, a média de temperatura global no ano passado foi de 14,98ºC; a mais alta registrada desde 1850. A ação humana é a principal causa para o aumento do aquecimento global, principalmente por conta do crescimento do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa associadas à agricultura e à indústria. Nesse contexto, uma tecnologia desenvolvida pela Effatha Technology contribui de forma sustentável para a produção agrícola, e que pode auxiliar o aumento da produção em até 25%, sem a necessidade de devastar mais terras.

Ações de sustentabilidade tem se tornado cada vez mais importantes, uma vez que a busca por práticas que reduzam esses impactos e garantam a viabilidade do negócio a longo prazo são essenciais. Assim é o caso da metodologia desenvolvida pela Effatha, que traz para o tempo atual, o futuro da agricultura e auxilia o produtor a adotar práticas mais sustentáveis que possibilitam a recuperação de áreas degradadas. 

Tecnologia nacional que ajuda no reflorestamento e ajuda a recuperar áreas desmatadas 

A tecnologia da empresa foi desenvolvida após 20 anos de estudo e a aplicação no mercado agro é uma realidade há cerca de sete anos. Já são mais de 100.000 hectares atendidos pela Effatha Technology no Brasil e no mundo. 

Pedro Luiz Marzura, produtor de soja e milho do estado do Paraná, implementou esse recurso em suas plantações e relata que a produtividade nos 30 hectares em que ela foi aplicada foi 30% maior em comparação com as demais áreas. O agricultor conta que colheu 134,7 sacas de milho por hectare na área em que houve rearranjo de átomos.

A solução da empresa utiliza frequências emitidas por satélites para ajustar as distâncias entre os átomos dos nutrientes do solo. Com isso, as plantas conseguem absorver melhor esses insumos, o que eleva a produtividade das lavouras e pode ser comprovada após um teste gratuito em uma área. Sua aplicação é realizada via satélite, desde o plantio até a colheita, e é ativada remotamente em poucos minutos, facilitando a entrega nas áreas produtivas em qualquer região do Brasil ou outros países.

O produtor menciona que as plantas apresentaram caules mais robustos e uma estrutura mais resistente. Com o aumento da distância entre os átomos, as plantas usam menos energia os macro e micro nutrientes absorvidos do solo e com isso produzem mais.

“Toda nossa solução tem sido desenvolvida com foco em entregar aos produtores mais produtividade, eficiência, sustentabilidade e uso consciente dos recursos”, relata Marcelo Leonessa, CEO da Effatha Technology. “Com essas melhorias todo o processo fica mais inteligente: gasta-se menos água, não impacta o bioma do solo, a plantação fica mais saudável, menos suscetível ao ataque de pragas, a colheita é mais produtiva. Nosso modelo de negócio não oferece riscos, inclusive, o agricultor pode realizar um teste de área gratuitamente e contratar o tratamento após verificar os resultados. Com isso, quem ganha é o mercado e todos nós, que podemos oferecer mais sustentabilidade em todo o processo”, completa.

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