Manejo de plantas daninhas em florestas plantadas

Aplicação de herbicida em eucalipto - Crédito Rudolf Woch

Publicado em 20 de junho de 2014 às 11h40

Última atualização em 15 de maio de 2025 às 16h55

Acompanhe tudo sobre Água, Dessecação, Eucalipto, Gestão, Glifosato, Herbicida, Pinus, Preparo de solo e muito mais!

A matocompetição é um dos fatores limitantes ao estabelecimento de florestas no Brasil, afetando o desenvolvimento das culturas florestais por meio da competição por água, luz e nutrientes

Aplicação de herbicida em eucalipto - Crédito Rudolf Woch
Aplicação de herbicida em eucalipto – Crédito Rudolf Woch

 

Muito já se falou sobre a interferência das plantas invasoras nos plantios comerciais de pinus e eucalipto, ocasionando perdas de produtividade e aumento de custos de operações florestais, o que impacta diretamente na lucratividade das florestas. Falando em competitividade do setor, o Brasil era líder mundial no início da década e, hoje, ocupa o 4º lugar.

As daninhas

Considerando que o controle de plantas daninhas na cultura do eucalipto consome cerca de 25% dos custos de implantação, Rudolf Woch, diretor técnico da Apoiotec, alerta para a importância de um olhar atento para essa área, que muitas vezes é negligenciada diante das várias atribuições operacionais.

“Desde o início do uso de herbicidas em áreas florestais, na década de 1980, que era feito exclusivamente com glifosato, em pós-emergência, até os nossos dias, novas moléculas surgiram para tornar o controle versátil. Devemos mencionar também as inovações tecnológicas em máquinas, equipamentos, comandos, controladores, pontas de pulverização e sistemas de gestão“, aponta.

Segundo ele, as operações de controle usuais contemplam, nesta ordem, dessecação com glifosato, preparo de solo, plantio, aplicação de pré-emergente em faixa na linha plantio, outra aplicação de pré em combinação com lâmina e até três aplicações de glifosato nas entrelinhas. Em caso de deficiências de controle, podem acontecer operações manuais.

Gestão

É sabido que já apareceram espécies invasoras resistentes ao glifosato em áreas florestais, como aconteceu anteriormente em áreas agrícolas. A falta de mão de obra no campo também é um problema sério nas empresas florestais.

Assim, a gestão ideal das invasoras deve prever um sistema integrado de controle, ou seja, controle cultural com cobertura viva, cobertura morta, controle mecânico, onde seja necessário, e controle químico, com o menor número de operações possíveis.

No controle químico, Rudolf Woch diz que é preciso considerar fatores como longevidade e seletividade dos tratamentos e custos envolvidos, levando em conta as características da área, as condições climáticas da época de aplicação e se o herbicida deve ser utilizado em pós ou pré-emergências das ervas.

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