Yoorin se destaca na produção de fertilizantes Premium

Publicado em 28 de fevereiro de 2018 às 19h07

Última atualização em 28 de fevereiro de 2018 às 19h07

Acompanhe tudo sobre Água, Preparo de solo, Rastreabilidade, Sustentabilidade e muito mais!
Crédito Shutterstock
Crédito Shutterstock

Fundada em 1966, a Yoorin Fertilizantes, antiga Mitsui Fertilizantes, é especializada em transformar minerais em fertilizantes diferenciados de alta eficiência agronômica. A companhia foi adquirida pelo Grupo Curimbaba em 2010 e, desde então, cresceu 15,7%.

Apenas com o Ekosil ” à base de rocha potássica “, a empresa apresentou crescimento médio de 30% ao ano, nos últimos cinco anos, desde que o produto foi lançado para o mercado.

Por meio de tecnologia japonesa e de um processo produtivo diferenciado de eletrofusão, os produtos da Yoorin proporcionam alta produtividade para as lavouras, não agridem o meio ambiente e corrigem a acidez do solo.

Seu atual potencial produtivo é de 400 mil toneladas de fertilizantes Premium por ano, atendendo 800 mil hectares de lavouras. São mais de 660 clientes ativos, entre cooperativas, representantes e produtores.

A fábrica

A companhia possui a maior planta de produtos termofosfatados do mundo e é a única a poder usar as rochas potássicas como fertilizantes. As jazidas do Grupo estão localizadas em Poços de Caldas (MG). Em 2016, deu início a investimentos mais expressivos para ampliar a fábrica, aumentar a linha de fertilizantes e diversificar o portfólio. As sete linhas principais totalizam 37 produtos, entre eles as marcas Yoorin, N-Yoorin, Ekosil, Yookarin, Yogen e H-Master.

 “A Yoorin acredita no potencial dos fertilizantes minerais e em seus diferenciais de eficiência agronômica para uma agricultura rentável e que traga benefícios ao meio ambiente, uma vez que podem ser utilizados em lavouras convencionais ou orgânicas com alta eficácia“, ressalta YujiIeire, líder agronômico e comercial da empresa.

A empresa é a primeira de insumos do mundo a ter o selo ProTerra de Sustentabilidade, reconhecido internacionalmente e certificado pela Cert-ID, por possuir ações de responsabilidade social, sustentabilidade ambiental, boas práticas agrícolas, rastreabilidade, cadeia de custódia e promover uma busca contínua por melhorias.

Além disso, os produtos Yoorin, N-Yoorin e Ekosil são reconhecidos pelo IBD, aceitos pela IFOAM (InternationalFederationOfOrganicAgricultureMovements), ISO/IEC 17065 (mercado europeu, regra CE 834/2007), Demeter (mercado internacional), USDA/NOP (mercado norte-americano) e aprovados para uso pela SISORG (mercado brasileiro), o que faz com que seja aceito também internacionalmente.

 

Na prática

Maique Neves, engenheiro agrônomo da Fazenda São Vicente, em Águas da Prata (SP), conta que utiliza os produtos da Yoorin Fertilizantes há seis anos.“Trabalhamos com o fertilizante Yoorin no preparo para fundo de solo e, recentemente, iniciamos o trabalho com o fertilizante foliar Yoogen K40, visando o enchimento de grãos. Ambos têm contribuído positivamente com a produtividade. No preparo de solo o Yoorin se destaca“, afirma.

Nesses anos de trabalho, Maique constatou um melhor resultado no desenvolvimento do sistema radicular das plantas. “Como trabalhamos o solo em profundidade, adotamos um preparo com duas camadas de Yoorin, uma a 40 centímetros e outra a 80 centímetros, visando o aprofundamento do sistema radicular. Essa estratégia é interessante, pois propicia uma melhor relação com os períodos de estiagens. O sistema radicular mais profundo sente menos a seca, já que consegue buscar água mais profundamente“, esclarece.

Ainda segundo ele, com a evolução dos trabalhos junto à Yoorin, ele notou também uma menor incidência de pragas, graças ao fortalecimento da parede celular promovido por outros nutrientes presentes no fertilizante Yoorin, além do fósforo. “Com o Yoogen K40, notamos 20% a mais de peneiras e grãos maiores, quando comparados a lavouras que não utilizamos o produto. A Yoorin tem contribuído muito com o nosso desenvolvimento e estamos avançando com confiança na busca por uma melhor produtividade“, conclui Maique Neves.

Essa matéria você encontra na edição de março 2018 da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Pavilhão de Tecnologia será novidade da Tecnoshow COMIGO 2026

2

Mercado de vinhos cresce quase 10% no Brasil em 2025 e setor projeta desafios e oportunidades para 2026

3

Com modelo de gestão integrada, Cacau 360° promete transformar cadeia produtiva no Brasil

4

Hoje é o dia da maçã! Descubra as maçãs de alta qualidade da União Europeia

5

StoneX faz revisão positiva da safra de soja 2026/27, com ajustes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

Foto: Descarregamento de Soja - Antonio Neto/Arquivo Embrapa

StoneX faz revisão positiva da safra de soja 2026/27, com ajustes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Créditos Shutterstock

Conflito no Oriente Médio eleva diesel e pressiona custos do açúcar no Centro-Sul

Foto: Joel Lima da Fonseca

Sindustrigo alerta para potencial alta de preços de farinha de trigo em São Paulo

Algodão_Banco de imagens CNA-Senar (Telefone)

StoneX mantém estimativa para a safra de algodão 2025/26, mas eleva perspectiva para exportação