Pecuaristas gaúchos têm solução para combater os carrapatos

Pecuaristas gaúchos encontram solução eficaz contra carrapatos no gado.

Publicado em 5 de agosto de 2023 às 06h00

Última atualização em 5 de agosto de 2023 às 06h00

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A posição geográfica e as condições climáticas do Rio Grande do Sul fazem deste estado uma das regiões brasileiras mais afetadas pelos carrapatos, o que impõe altos desafios em manejos e custos de tratamentos ainda mais intensos à pecuária da região. “O Rio Grande do Sul, sem sombra de dúvidas, é o Estado brasileiro onde existe o maior desafio no controle do carrapato”, explica o médico-veterinário Humberto Moura, gerente de marketing da Champion. “O controle tem de ser estratégico, intenso e eficaz. Caso contrário, sua incidência compromete tanto o bem-estar como o desempenho produtivo dos bovinos de corte e de leite”.

Créditos: Divulgação

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estima-se que o bovino perde um grama de carne por carrapato ao longo do ano, e nos animais produtores de leite uma perda anual de 95kg de leite por vaca.

Estudos comprovam que a inclusão de Diflubenzuron, cujo nome comercial é Difly S3®, no protocolo sanitário, misturado à alimentação dos bovinos e fornecido no cocho, proporcionam benefícios significativos ao controle dos parasitas.

“À medida que o pecuarista utiliza o produto o número de manejos no gado para combater os carrapatos vai diminuindo, ou aumentado seus intervalos. Isso ocorre porque o Difly S3® contribui para diminuir o número de parasitas que reinfestam os animais, reduzindo o estresse, transmissão de doenças e possibilitando maior ganho em produtividade”, informa Moura.

O modo de uso do produto é muito simples. Basta adicionar no cocho juntamente com o sal mineral ou proteinados para nutrição do rebanho. “Difly S3® é a peça que faltava no protocolo parasitário do Rio Grande do Sul. Um verdadeiro ganho em produtividade e redução dos manejos convencionais de forma simples e sustentável, diretamente no cocho e sem carências para o abate e leite. O consumo diário potencializa sua ação longo do fornecimento os resultados são visíveis”, informa Moura.

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