Expectativa de crescimento da safra de cana 2026/2027 reforça valor do manejo da soqueira

A safra 2026/2027 de cana-de-açúcar começou com perspectivas positivas para o setor sucroenergético. A primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta para produção de 709,1 milhões de toneladas, volume 5,3% superior ao registrado no ciclo anterior. A expectativa também é de crescimento da área plantada, impulsionada pela liderança do Brasil como principal produtor mundial de açúcar e pela expansão da produção de etanol. Os números projetam cenário favorável para o novo ciclo, mas parte desse potencial começou a ser construída antes mesmo do início da safra. O manejo da soqueira exerce influência direta sobre o vigor das plantas, a uniformidade da rebrota e a produtividade dos cortes subsequentes. “Com o término da colheita e a retirada da matéria-prima do campo, o olhar dos agricultores se concentra em uma etapa fundamental para o desempenho das próximas safras: o manejo da soqueira, que é a parte da planta que permanece no solo após a colheita, composta pelo sistema radicular e pela base do talo”, comenta o engenheiro agrônomo Bruno Neves, gerente técnico da BRQ Brasilquímica. Responsável pela rebrota da cana após o corte, ela serve de base para os ciclos seguintes e exerce influência direta sobre a produtividade e a longevidade do canavial. Além de permitir múltiplas colheitas sem a necessidade de replantio anual, contribui para redução dos custos de implantação, favorece o manejo de pragas de solo e possibilita aplicações mais eficientes de nutrientes e defensivos na linha de cultivo. “Os cuidados realizados logo após a colheita são determinantes para o desempenho da safa. Nesse momento, a nutrição assume papel estratégico. A planta precisa recompor suas reservas para estimular a emissão de novos perfilhos – brotos que se desenvolvem na base das plantas –, fortalecer o sistema radicular e assegurar a brotação uniforme. A reposição adequada de nutrientes contribui, ainda, para que a lavoura enfrente com mais eficiência possíveis períodos de estresse hídrico e oscilações climáticas ao longo do novo ciclo”, explica Bruno. Nitrogênio (N), potássio (K), fósforo (P) e enxofre (S) são fundamentais para garantir vigor, longevidade dos perfilhos e rebrota. Já micronutrients, como boro (B), zinco (Zn), manganês (Mn), molibdênio (Mo) e cobre (Cu) atuam diretamente na brotação e no enraizamento das plantas. “Quando associados a um manejo eficiente do solo, esses elementos ajudam a preservar o potencial do canavial e a manter o desempenho nos cortes subsequentes”. “O período pós-colheita representa uma oportunidade para fortalecer a estrutura da lavoura. Uma soqueira bem manejada apresenta maior capacidade de aproveitamento de água e nutrientes ao longo do ciclo, característica que contribui para a manutenção da sanidade das plantas e para a redução dos impactos causados por estresses climáticos”, comenta Bruno Neves, que é doutor em agronomia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). “Soluções que favorecem a absorção de nutrientes e o desenvolvimento equilibrado das plantas ganham importância nas estratégias de manejo. A BRQ Brasilquímica oferece tecnologias voltadas à nutrição vegetal que auxiliam a recuperação das soqueiras, contribuindo para canaviais mais vigorosos, resilientes e preparados para expressar sua máxima eficiência nos ciclos seguintes”, destaca o especialista.
Acompanhe tudo sobre o agronegócio no Brasil e muito mais!

A safra 2026/2027 de cana-de-açúcar começou com perspectivas positivas para o setor sucroenergético. A primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta para produção de 709,1 milhões de toneladas, volume 5,3% superior ao registrado no ciclo anterior. A expectativa também é de crescimento da área plantada, impulsionada pela liderança do Brasil como principal produtor mundial de açúcar e pela expansão da produção de etanol.

Os números projetam cenário favorável para o novo ciclo, mas parte desse potencial começou a ser construída antes mesmo do início da safra. O manejo da soqueira exerce influência direta sobre o vigor das plantas, a uniformidade da rebrota e a produtividade dos cortes subsequentes.

“Com o término da colheita e a retirada da matéria-prima do campo, o olhar dos agricultores se concentra em uma etapa fundamental para o desempenho das próximas safras: o manejo da soqueira, que é a parte da planta que permanece no solo após a colheita, composta pelo sistema radicular e pela base do talo”, comenta o engenheiro agrônomo Bruno Neves, gerente técnico da BRQ Brasilquímica.

Responsável pela rebrota da cana após o corte, ela serve de base para os ciclos seguintes e exerce influência direta sobre a produtividade e a longevidade do canavial. Além de permitir múltiplas colheitas sem a necessidade de replantio anual, contribui para redução dos custos de implantação, favorece o manejo de pragas de solo e possibilita aplicações mais eficientes de nutrientes e defensivos na linha de cultivo.

“Os cuidados realizados logo após a colheita são determinantes para o desempenho da safa. Nesse momento, a nutrição assume papel estratégico. A planta precisa recompor suas reservas para estimular a emissão de novos perfilhos – brotos que se desenvolvem na base das plantas –, fortalecer o sistema radicular e assegurar a brotação uniforme. A reposição adequada de nutrientes contribui, ainda, para que a lavoura enfrente com mais eficiência possíveis períodos de estresse hídrico e oscilações climáticas ao longo do novo ciclo”, explica Bruno.

Nitrogênio (N), potássio (K), fósforo (P) e enxofre (S) são fundamentais para garantir vigor, longevidade dos perfilhos e rebrota. Já micronutrients, como boro (B), zinco (Zn), manganês (Mn), molibdênio (Mo) e cobre (Cu) atuam diretamente na brotação e no enraizamento das plantas. “Quando associados a um manejo eficiente do solo, esses elementos ajudam a preservar o potencial do canavial e a manter o desempenho nos cortes subsequentes”.

“O período pós-colheita representa uma oportunidade para fortalecer a estrutura da lavoura. Uma soqueira bem manejada apresenta maior capacidade de aproveitamento de água e nutrientes ao longo do ciclo, característica que contribui para a manutenção da sanidade das plantas e para a redução dos impactos causados por estresses climáticos”, comenta Bruno Neves, que é doutor em agronomia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

“Soluções que favorecem a absorção de nutrientes e o desenvolvimento equilibrado das plantas ganham importância nas estratégias de manejo. A BRQ Brasilquímica oferece tecnologias voltadas à nutrição vegetal que auxiliam a recuperação das soqueiras, contribuindo para canaviais mais vigorosos, resilientes e preparados para expressar sua máxima eficiência nos ciclos seguintes”, destaca o especialista.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Fungo benéfico mostra eficiência no combate à principal doença da pupunheira

2

Expectativa de crescimento da safra de cana 2026/2027 reforça valor do manejo da soqueira

3

MapBiomas Fogo 2025 registra queda de 58% na área queimada no Brasil

4

Exportação da noz-pecã brasileira enfrenta desafios logísticos e sanitários em 2026

5

Cafeicultura movimenta mais de R$ 3 bilhões em defensivos na safra 2025-26, com alta de 22% e recorde histórico

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

Pupunheira sem sintomas de podridão da base do estirpe. Foto: Eduardo Fuzitani

Fungo benéfico mostra eficiência no combate à principal doença da pupunheira

Expectativa de crescimento da safra de cana 2026/2027 reforça valor do manejo da soqueira

Foto ilustrativa

MapBiomas Fogo 2025 registra queda de 58% na área queimada no Brasil

Café  / Diego Vargas

Cafeicultura movimenta mais de R$ 3 bilhões em defensivos na safra 2025-26, com alta de 22% e recorde histórico