Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/u124313261/domains/campoenegocios.com/public_html/wp-content/plugins/elementor-pro/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/u124313261/domains/campoenegocios.com/public_html/wp-content/plugins/elementor-pro/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/u124313261/domains/campoenegocios.com/public_html/wp-content/plugins/elementor-pro/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/u124313261/domains/campoenegocios.com/public_html/wp-content/plugins/elementor-pro/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39
Estudo aperfeiçoa manejo de espécies florestais

Estudo aperfeiçoa manejo de espécies florestais


Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/u124313261/domains/campoenegocios.com/public_html/wp-content/plugins/elementor-pro/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Publicado em 19 de dezembro de 2014 às 07h00

Última atualização em 19 de dezembro de 2014 às 07h00

Acompanhe tudo sobre Óleo, Sustentabilidade, Traça e muito mais!

Pesquisa contribui com a sustentabilidade na extração do cipó-titica e do óleo de copaíba - Crédito Divulgação
Pesquisa contribui com a sustentabilidade na extração do cipó-titica e do óleo de copaíba – Crédito Divulgação

 

Para sobreviver, uma das alternativas econômicas das populações extrativistas que vivem na região Amazônica é utilizar matérias-primas categorizadas como produtos florestais não madeireiros.

Nessa instância estão inseridas as fibras do cipó-titica (Heteropsis spp.) e o óleo resina de copaíba (Copaifera spp.). “O óleo resina tem potencial medicinal, como destaque o uso como anti-inflamatório e cicatrizante, e a fibra de titica altamente resistente e de fácil trabalhabilidade“, conta a engenheira florestal Carine Klauberg.

No Programa de Pós-graduação em Recursos Florestais, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz“ (USP/SALQ), Carine analisou os fatores (bióticos e abióticos) que afetam o desenvolvimento e produtividade da planta e processos de manejo para que os nativos daquela região possam melhorar a compreensão sobre a ecologia das espécies e auxiliar no aperfeiçoamento das práticas de manejo sob as óticas ambiental, econômica e jurídica.

 “Eles usam esses produtos no próprio consumo ou como moeda de troca por outros produtos ou ganho monetário. Porém, para que as extrações destas matérias-primas ocorram de forma sustentável, ou seja, que ao passar dos anos seja possível a obtenção destes de forma produtiva e de qualidade, o processo de manejo precisa ser adequado para cada situação e espécie“, explica a pesquisadora.

De acordo com o estudo, que foi orientado pelo professor Edson Vidal, do Departamento de Ciências Florestais (LCF) da ESALQ, para estas duas espécies ainda há lacunas que precisam ser entendidas para que o manejo seja melhorado. “Ou mesmo precisamos introduzir novas formas de extração para que a oferta seja contínua e a permanência dessas espécies seja garantida na floresta“, reforça Carine.

Na prática

O projeto foi realizado em área de floresta natural administrada pelo Instituto Floresta Tropical (IFT), no município de Paragominas (PA). “Foram utilizados dados de campo já coletados de 2006 a 2009, assim como uma extensiva coleta de campo de mais informações nos anos de 2011 e 2013“, relata a autora da pesquisa.

No caso do óleo de copaíba, foram selecionadas amostras de 118 copaibeiras e foi avaliada a produtividade física (óleo resina), e monetária (valor presente líquido), ao final de cada ciclo (de um a cinco anos). Já para cipó-titica a pesquisa analisou a produtividade em relação à quantidade e qualidade de suas raízes, após dois anos da extração destes, com intensidades de corte de 50 e 100%, em áreas amostrais de nove hectares.

Como resultado, no caso da copaíba, a probabilidade de produção de óleo resina está relacionada ao diâmetro, à presença de pragas, à qualidade do fuste/copa e às espécies. Segundo Carine, a produção também esteve relacionada com o ciclo e a extração, sendo que os ciclos de três anos mostraram-se mais viáveis, tanto na perspectiva monetária quanto de produção. “Referente às espécies, a Copaifera reticulata proporcionou maiores produções média de óleo resina por árvore, além na menor proporção de árvores mortas ou ocadas, quando comparadas com Copaifera duckei“, complementa.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

O solo como produto de relações

2

Theatro Municipal de São Paulo sedia Agrotalk Mind e marca novo capítulo do agronegócio brasileiro

3

Do campo à mesa: como o manejo nutricional dos grãos influencia a cadeia da carne

4

Coopercitrus realiza inauguração da nova estrutura em São Gotardo (MG)

5

Manejo biológico da cana-de-açúcar é destaque da Biotrop no Coplacampo

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

A rica biodiversidade da Amazônia é fonte de recursos estratégicos para novos insumos agrícolas e farmacêuticos, e produtos biotecnológicos de última geração. Foto: Felipe Rosa

Fungo amazônico pode controlar doenças agrícolas e gerar novos antibióticos

Após o término da reunião de colegiado que reúne 19 ministérios, a ministra Marina Silva e integrantes do Governo do Brasil concederam entrevista coletiva à imprensa no Palácio do Planalto. Foto: Rogério Cassimiro/MMA

Amazônia tem queda de 35% nas áreas sob alerta de desmatamento entre agosto de 2025 e janeiro de 2026

Fotos: Alexandre Amaral/Emater-MG

Silvicultura impulsiona produção na agroindústria e no campo

floresta-ibf-Telefone

Goiás anuncia plano para ampliar setor florestal e atrair novas indústrias