Celebrado em 14 de julho, o Dia do Engenheiro de Aquicultura reconhece os profissionais responsáveis por planejar, monitorar e otimizar os sistemas de produção aquícola. Em um setor que se torna cada vez mais tecnificado, esses especialistas desempenham papel estratégico ao integrar dados produtivos, ambientais e sanitários para orientar decisões que aumentam a eficiência, fortalecem a sanidade animal e promovem a sustentabilidade das fazendas aquícolas.
A relevância dessa atuação acompanha o crescimento da piscicultura brasileira. Segundo o Anuário da Piscicultura 2026, da Peixe BR, a produção nacional de peixes de cultivo ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão de toneladas em 2025, registrando crescimento de 4,4% em relação ao ano anterior. Em dez anos, o setor acumulou expansão superior a 58%, reforçando a necessidade de tecnologias e de gestão baseada em informações para sustentar esse avanço.
Gestão baseada em indicadores melhora eficiência da aquicultura
Com a expansão da atividade, aumentam também os desafios relacionados à produtividade, sustentabilidade e biossegurança. Nesse cenário, o engenheiro de aquicultura é responsável por transformar informações técnicas em decisões capazes de melhorar os resultados da produção.
“À medida que a aquicultura cresce e se torna mais tecnológica, a tomada de decisão baseada em dados deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade. O engenheiro de aquicultura é o profissional que consegue integrar todas essas informações para identificar oportunidades de melhoria, antecipar desafios e contribuir para resultados mais consistentes e sustentáveis”, afirma Danielle Damasceno, gerente Técnica e Comercial de Aquacultura da Zoetis Brasil.
Entre os principais indicadores monitorados estão taxas de sobrevivência, conversão alimentar, desempenho zootécnico, ocorrência de enfermidades, índices de vacinação e mortalidade. O acompanhamento desses dados permite identificar problemas precocemente, ajustar o manejo e aumentar a eficiência produtiva.
Tecnologia fortalece sanidade e produtividade na piscicultura
Para apoiar esse trabalho, a Zoetis investe em soluções voltadas à prevenção de doenças, inovação e eficiência operacional. Entre elas está a vacina Alpha Ject micro 1 TiLa, indicada para imunização de tilápias contra infecções causadas por Streptococcus agalactiae 1b.
Outra tecnologia disponível é a Fishteq NFT20, desenvolvida para automatizar a vacinação de tilápias, proporcionando maior padronização do manejo, otimização da operação e melhoria do bem-estar animal.
“Nosso objetivo é apoiar engenheiros de aquicultura e produtores com tecnologias e conhecimento que fortaleçam uma produção cada vez mais eficiente, sustentável e preparada para os desafios do setor”, destaca Danielle.
Além do desenvolvimento de soluções para saúde animal, a empresa também oferece suporte técnico especializado e ações de compartilhamento de conhecimento, contribuindo para uma aquicultura mais competitiva, eficiente e alinhada às demandas de um setor em constante crescimento.


