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Cooxupé investe na participação do grão brasileiro no mercado internacional

Foto Scaff Junior

Publicado em 13 de novembro de 2015 às 07h00

Última atualização em 13 de novembro de 2015 às 07h00

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A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé corresponde em 15% a produção de café arábica no Brasil e em 22% no estado de Minas Gerais. Mais de 70% do café recebido pela Cooxupé é exportado para 40 países

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Para elevar a participação do grão brasileiro no mercado internacional, a Cooxupé vem realizando investimentos em estrutura e tecnologia para garantir o fornecimento de café com total segurança na comercialização, às diferentes necessidades do mercado.

A Cooxupé mantém cinco usinas de preparo do café distribuídas em Guaxupé (MG), onde estão a matriz da cooperativa e o Complexo Industrial Japy (empreendimento de onde sai a maioria dos contêineres para embarque no Porto de Santos); Monte Carmelo; Poços de Caldas e Piumhi.

Toda essa estrutura ” armazenagem e processo industrial do café – oferece à cooperativa a capacidade de preparar 22 mil sacas de café por dia, enquanto que os armazéns são capazes de armazenar em bags e a granel o equivalente a 6,12 milhões de sacas. Os investimentos somam mais de R$ 100 milhões.

Logística

Além de receber o café arábica a granel, ação estimulada pela Cooxupé que beneficiou cafeicultores e a cadeia produtiva do setor com uma nova logística por meio da granelização, a cooperativa está de olho nas exportações: o embarque do grão por meio de bags, no Complexo Japy.

Comparado às sacarias, o processo é mais vantajoso ao importador, pois, além de reduzir custos, eleva a capacidade de 20 mil quilos de café nos contêineres, contra 19.175 quilos suportados pelas sacas.

A cooperativa ainda ampliou no Complexo a área do pulmão de contêiner de quatro mil para 12 mil metros quadrados e fez aquisições de novos equipamentos eletrônicos que elevam a capacidade de produção para 10 mil sacas/dia, além de investimentos no controle de pó do processo industrial, trazendo mais qualidade ao café exportado.

Em Monte Carmelo, núcleo responsável pelo recebimento de 30% do café comercializado pela cooperativa, cinco silos com capacidade para 50 mil sacas cada um estão sendo construídos para a próxima safra. A indústria também está no foco dos investimentos para elevar a capacidade de produção de três mil para cinco mil sacas/dia.

Poços de Caldas, área que também beneficia o café arábica para exportação, tem capacidade de preparo de até 2.500 sacas/dia, enquanto que em Piumhi ” onde os armazéns comportam 140 mil sacas – a produção industrial é de 1.500 sacas/dia.

O presidente da Cooxupé, Carlos Alberto Paulino da Costa, afirma que a estrutura da cooperativa para armazenar e preparar o café, formando os blends para a exportação, oferece a garantia aos importadores com relação ao recebimento dos grãos verdes. “Mesmo diante de algum imprevisto, nossa produção não para devido ao suporte que cada unidade nos oferece. Garantimos ao mercado o cumprimento do nosso compromisso“, declara.

Em 2014, a Cooxupé exportou 3,2 milhões de sacas de café, representando aumento de 19% comparado ao ano de 2013.

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