Abóbora japonesa tem características que garantem mais tempo de prateleira

Variedade Takayama é elogiada pela sanidade, produtividade e qualidade do fruto
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Variedade Takayama é elogiada pela sanidade, produtividade e qualidade do fruto
Divulgação

Conhecida também como Cabotiá, a abóbora japonesa é um híbrido criado por volta de 1940 pelos japoneses, a partir do cruzamento da abóbora moranga (Cucurbita maxima) com o tipo Cucurbita moschata. Uma de suas principais variedades é a abóbora Tetsukabuto F1 Takayama, que está no portfólio da linha Topseed Premium há mais de três décadas, se destacando por várias de suas características e representando uma opção de cultivo que combina robustez com maior rentabilidade, garantindo uma colheita mais confiável em diversos cenários agrícolas. 

“Entre seus pontos fortes, podemos citar a ótima aceitação no mercado, passando segurança aos produtores que plantam, alta rusticidade e adaptação a diferentes regiões, além de polpa de fruto grossa e excelente pós-colheita. Mesmo sendo um material com mais de 30 anos, suas vendas não param de crescer e de conquistar novos produtores. Inclusive, vale lembrar que, em 2024, houve um recorde histórico de vendas desse produto no estado do Paraná”, enfatiza o representante Técnico de Vendas Topseed Premium, Vinícius Ferreira. 

Outro ponto interessante, segundo o representante Técnico de Vendas Topseed Premium, Jonatas Fonseca, que atende Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, é a sua robustez radicular, facilitando sua produção em diversos tipos de solo, isso aumenta seu vigor foliar, fornecendo maior resistência e fazendo com que a Takayama seja líder dentro do segmento. “Essa abóbora se destaca pela padronização, aproveitamento e maior peso dos frutos, aumentando sua produtividade por hectare”, destaca. 

O produtor Allan Diego Cordeiro Livai, que atua em Castro, no Paraná, conta que cultiva a abóbora Takayama há 6 anos, numa área de aproximadamente 60 hectares, e a produtividade deste ano corresponde a 19 toneladas por hectare. 

“Plantamos a Takayama pela questão de ciclo, ela apresenta um ótimo comportamento em diferentes ambientes e é um material que responde muito bem. Tem também a questão de sanidade, ela tem boa resistência a bactérias e tripes, além de sua alta produtividade. Um de seus diferenciais também está na durabilidade pós-colheita, pois é um material que aguenta ser armazenado. Vendemos direto ao Ceasa, e o que mais elogiam nessa abóbora é o tamanho dos frutos e o tempo de prateleira que ela aguenta”, relata Livai. 

O produtor Peter Greidanus, que possui fazendas em Castro (PR) e em Coronel Macedo (SP), explica que sua área total de abóbora Cabotiá corresponde a cerca de 150 hectares por ano, sendo em torno de 50% de Takayama. Ele vende para clientes no Ceasa de São Paulo capital, do interior de São Paulo e Ceasas do Centro Oeste (Goiânia, Anápolis, Brasília e Belo Horizonte). 

“A produtividade média é em torno de 18 mil quilos por hectare, sendo que em alguns talhões pode chegar a 24 mil quilos por hectare. Escolho cultivar a Takayama pela sanidade, produtividade e qualidade do fruto. O que os compradores mais destacam é o tamanho bom e a cor escura do fruto, bem como a espessura da massa”, conclui Greidanus. 

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