Dia do Agricultor: conheça 6 vantagens fundamentais da biotecnologia na agricultura

A Superbac selecionou os mais relevantes benefícios que evidenciam que o agro do futuro é biotech
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Divulgação

Entender a importância das soluções biotecnológicas para o cuidado e a manutenção do solo é a melhor maneira de o agricultor – que comemora seu dia especial em 28 de julho – alcançar suas metas de produtividade, sem abrir mão dos princípios de sustentabilidade.

Consciente de seu papel como criadora de possibilidades no mundo biotecnológico, com seus bioinsumos desenvolvidos a partir de microrganismos vivos para suprir o setor agrícola, a Superbac investe na concepção de produtos de última geração com alta tecnologia e performance para a fertilização e o condicionamento do solo.

Entre seus principais produtos, o condicionador biológico de solo Smartgran possui a exclusiva tecnologia Smartbac (de bactérias inteligentes). A aplicação promove uma maior expressão de enzimas no solo, tornando-o mais resiliente e potencializando a absorção dos nutrientes. Já os fertilizantes combinam o Smartgran com macro e micronutrientes, promovendo o reequilíbrio do solo e criando um ambiente adequado para o desenvolvimento das plantas.

Com uma visão centrada no futuro, a Superbac sabe que a importância socioeconômica do agronegócio se perpetuará. Contudo, as práticas deste segmento somente permanecerão competitivas e relevantes se houver a manutenção sustentável e inteligente no campo – principalmente do solo.

A empresa enfatiza que o “agricultor do amanhã é biotech”. Ele assume seu papel com grande profissionalismo e prospera de forma sólida, sadia e competitiva, ao aplicar conhecimentos biotecnológicos, que permitem regenerar e nutrir o solo e as plantas, bem como entender suas necessidades biológicas, físicas e químicas.

Para disseminar esse entendimento, a companhia lista a seguir alguns benefícios bastante relevantes que a biotecnologia proporciona para a agricultura, quebrando paradigmas:

1. Sustentabilidade: a biotecnologia, por ser capaz de entregar compostos para o solo, rico em bactérias e macro e micronutrientes, proporciona vários benefícios às culturas onde são aplicados, como: regenerar a atividade biológica do solo, aumentar a produtividade em uma mesma área plantada, promover a economia circular, entre outros.

2. Aumento de disponibilidade de nutrientes para as plantas: Os fertilizantes biotecnológicos conferem a menor lixiviação do potássio e a maior proteção do fósforo, diminuindo sua fixação no solo. Adicionalmente, potencializam a atividade microbiana no solo, resultando em maior produção de ácidos orgânicos e das enzimas arilsulfatase, betaglicosidase e fosfatase ácida envolvidas no ciclo do enxofre, carbono e fósforo, enriquecendo as plantas com mais nutrientes.

3. Maior enraizamento e produtividade: os fertilizantes biotecnológicos contribuem para melhoria das características químicas, físicas e biológicas do solo, promovendo um melhor desenvolvimento vegetal, do sistema radicular e parte aérea da planta, resultando em incrementos consistentes de produtividade.


4. Melhoria das características do solo – biota em equilíbrio:
biofertilizantes são capazes de promover a melhoria do solo em três níveis: Físico (estrutura/porosidade), Químico (macro e micronutrientes/fertilidade) e Biológico (estimula e melhora a parte viva – microrganismos e microfauna), formando, consequentemente, um ambiente favorável para o equilíbrio da biota.

5. Nutrição com macro e micronutrientes: fertilizantes biotecnológicos fornecem macro e micronutrientes, aliados a um condicionador biológico de solo rico em bactérias que são elementos essenciais para o desenvolvimento e nutrição das plantas.

6. Liberação de ácidos húmicos e fúlvicos: durante a decomposição de fertilizantes biotecnológicos ocorre a liberação de ácidos húmicos e fúlvicos, capazes de contribuir positivamente para a fisiologia da planta e para as propriedades químicas e físicas do solo, como por exemplo: alta produção de energia nas células das raízes; aumento dos níveis de clorofila; redução das perdas de N para a atmosfera; maior disponibilidade de nutrientes às plantas, devido à sua alta CTC; maior aporte de nutrientes pelas plantas em decorrência da ativação das ATPases, com maior troca de íons; maior crescimento do sistema radicular e formação de raízes secundárias pela produção da auxina.

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