Federarroz reforça sustentação de preços ao produtor neste ano

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) reafirma que os preços pagos ao produtor continuarão aquecidos durante o período de colheita e em todo o ano de 2021.
Arroz - Foto: Fagner Almeida/Divulgação

Publicado em 16 de janeiro de 2021 às 11h02

Última atualização em 16 de janeiro de 2021 às 11h02

Acompanhe tudo sobre Arroz, Federarroz, Grãos, Preço, Produtores, Produtores rurais, Sustentabilidade e muito mais!
Arroz – Foto: Fagner Almeida/Divulgação

Entidade afirma que fatores internos e externos sinalizam que cotações devem se manter aquecidas ao longo de 2021

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) reafirma que os preços pagos ao produtor continuarão aquecidos durante o período de colheita e em todo o ano de 2021. Segundo a entidade, fatores como o preço do cereal no mercado internacional que se mantém acima de R$ 100,00 a saca, além do tamanho da área plantada praticamente igual a do ano passado e o câmbio acima de R$ 5,00 que trará grande incentivo à exportação, são alguns dos fatores que referendam a afirmação.

De acordo com o presidente da entidade, Alexandre Velho, a paridade mais alta em relação ao Mercosul em função deste mesmo câmbio e a demanda interna aquecida devido à continuidade da pandemia e a obrigação de muitas famílias em continuar em isolamento em casa também reforçam esta perspectiva. “Estes fatores nos levam a crer que não existem motivos para que o arroz baixe de preço na colheita e ao longo do ano de 2021”, observa.

Velho lembra que o arroz importado chega hoje no Brasil a mais de R$ 100,00 e que por muitas vezes este produto que vem de fora é considerado de baixíssima qualidade. O presidente da Federarroz também reforça que mesmo neste patamar de preços ao consumidor, o arroz continua sendo acessível e não pesa no orçamento familiar. “O arroz entre R$ 4,00 e R$ 5,00 o quilo ao consumidor é um produto muito acessível”, explica.

Por fim, o dirigente destaca que é preciso valorizar o produtor que ainda se manteve na atividade depois de anos de desvalorização do produto em relação aos custos e que é fundamental reconhecer a importância deste agricultor que garantiu a segurança alimentar brasileira em um período tão difícil quanto este que vem sendo o da pandemia.


Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Greening: Guia Completo de Manejo e Prevenção para Citricultores

2

Agscore investe em IA preditiva para transformar decisões estratégicas no campo antes do plantio

3

A produção e o uso de bioinsumos e a regra da competência legislativa concorrente

4

Família de Nova Lima cria primeiro gin do Brasil com mel de abelhas nativas

5

AgroSol: tecnologia térmica e proteção inteligente para o campo

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

imagem_2022-06-29_162755548

Dicas para o cultivo eficiente da couve-flor

imagem_2022-06-30_140748626

Irrigação aumenta produtividade em citros

imagem_2022-06-29_160218576

Como eliminar a mosca-branca com um manejo integrado?

imagem_2022-06-29_171335924

Quais as variedades de alface para cultivo o ano todo?