Palini & Alves consolida sua liderança em inovações no processamento de café

????????????????????????????????????

Publicado em 15 de fevereiro de 2017 às 07h52

Última atualização em 15 de fevereiro de 2017 às 07h52

Acompanhe tudo sobre Água, Café, Colheita, Pós-colheita, Processamento e muito mais!

????????????????????????????????????

O ano de 2016 foi marcado na cafeicultura brasileira pelos grandes desafios de mercado impostos aos cafeicultores de arábica e conilon. Apesar dos preços em ascendência, as adversidades climáticas prejudicaram as lavouras tanto no aspecto produtivo quanto na qualidade da bebida. Para superar estes desafios é necessária tecnologia, e a Palini & Alves esteve ao lado do produtor neste ano de superação.

A Palini & Alves consolidou sua liderança em inovações no processamento de café. Foram diversos lançamentos. As principais inovações no portfólio de produtos foram o Secador Estático e o Despolpador EcoZero, os dois produtos com um objetivo muito claro: facilitar o manejo pós-colheita e reduzir os custos do cafeicultor.

E não ficou por aí. Também estrearam no mercado o Descascador Conjugado de 1600@ (máquina de benefício de 40 sacas/hora), o Catador de pedras de 12 ton/h, o Descascador TRIFLEX para café pergaminho com capacidade para até 120 sacas/hora, e o Lavador Separador Mecânico com acionamento por trator, sistema de pré-limpeza para café de varrição e o “lavador a seco“.

Está no DNA

Inovação constante, este é o DNA da Palini& Alves. As mudanças também ocorreram internamente, com a modernização do setor de projetos e o começo da expansão industrial em uma nova área de 60.000 metros quadrados. Com isso, a empresa ganhará maior capacidade produtiva, modernização dos processos fabris, maior área para armazenagem de produtos e, consequentemente, melhor atendimento aos desejos e anseios dos cafeicultores.

A Palini & Alves também demonstrou sua força no mercado internacional. Novos mercados foram abertos, com participação em feiras de renome, como Feira da SCAA (Atlanta), a Expo Especialis (em Bogotá, Colômbia), além de exposições no Peru, na Guatemala e na Nicarágua.

A Palini & Alves buscou ouvir e falar diretamente com o cafeicultor. Foram diversos dias de campo, demonstrações, participações em feiras e eventos, sempre com o objetivo de estar cada vez mais próxima da realidade dos produtores. Essa preocupação se refletiu também em sua equipe de colaboradores, com cursos e capacitações para a equipe técnica e comercial. No DNA da Palini& Alves está a satisfação do cafeicultor.

Para 2017, novos projetos e soluções tecnológicas estão agendadas. Como sempre, a Palini & Alves irá surpreender o mercado, sempre à frente. Inovação constante, o DNA da Palini & Alves.

Essa matéria você encontra na edição de fevereiro 2017 da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Da ESALQ ao Vale do Silício asiático: startup brasileira transforma compliance agrícola com inteligência artificial

2

Cacau recua em correção técnica e mercado monitora El Niño, aponta Hedgepoint

3

XV Encontro Latino-Americano de Hidroponia começa nesta quinta em Florianópolis

4

21ª FEAFES reúne mais de 150 expositores da agricultura familiar na Praça do Papa, em Vitória

5

Mercado de açúcar mostra sinais de aperto no curto prazo, aponta Hedgepoint

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

Cana - Crédito: Shutterstock

Mercado de açúcar mostra sinais de aperto no curto prazo, aponta Hedgepoint

Etanol de milho

Preço do etanol sobe 20% com demanda recorde em julho

biotrop-cana-de-acucar-aime-medard-unsplash-foto-divulgacao (Pequeno)

Broca-da-cana: monitoramento é chave para evitar perdas no canavial

Gustavo Piccoli, presidente da Abrapa, discursa durante a abertura do 15º Congresso Brasileiro do Algodão, em Belo Horizonte (MG)

Demandas da cotonicultura ao futuro governo marcam abertura do Congresso Brasileiro do Algodão