Uso de ácidos orgânicos via água de bebida melhora produtividade em monogástricos

Má qualidade da água favorece incidência de doenças intestinais em aves e suínos
Acompanhe tudo sobre ácidos orgânicos, água, Avicultura, Suinocultura e muito mais!
Divulgação

Manter a saúde intestinal de aves e suínos é fundamental para assegurar o bem-estar dos animais e maximizar a produtividade nas granjas. O trato gastrointestinal desses animais é essencial para a digestão, absorção de nutrientes e funcionamento do sistema imunológico. Josênio Cerbaro, gerente do Programa de Qualidade de Água e Saúde Intestinal da Trouw Nutrition, ressalta que qualquer desequilíbrio ou problema intestinal pode acarretar perdas significativas na saúde dos animais e na segurança alimentar, aumentando a incidência de patógenos, tais como Salmonella e E. coli.

A busca pela melhoria da saúde intestinal dos animais monogástricos está diretamente ligada à formulação de dietas, que devem ser de alta qualidade e, ao mesmo tempo, de custo equilibrado.  De acordo com a Embrapa Suínos e Aves, os custos de produção de suínos representam 73,33% do total em Santa Catarina, o maior produtor do país. Enquanto os custos de produção de frangos de corte no Paraná – o maior produtor nacional de frangos – representam 66,39%. O estado de saúde e a qualidade intestinal dos animais monogástricos influencia fortemente os resultados financeiros dessas granjas, por isso, a importância de combinar dietas precisas com aditivos que proporcionem resultados zootécnicos eficazes.

A quantidade e a qualidade da água ingerida pelos animais são tão cruciais quanto a própria ração. “A água é essencial para os animais. Oferecê-la aliada à mistura de ácidos orgânicos livres tamponados melhora a qualidade microbiana e inibe o crescimento de E. coli, Salmonella, leveduras e fungos. Estudos mostram que mais de 40% das amostras de água não tratadas possuem níveis elevados de enterobactérias, enquanto amostras tratadas com Selko AlpHa® não apresentam contaminação. A água acidificada reduz a contaminação e a formação de biofilme nos canos”, alerta.

No suporte digestivo, essa mistura de ácidos reduz o pH e a capacidade de tamponamento da ração no papo e no estômago, inibindo o crescimento de bactérias Gram-negativas. Isso melhora a digestão dos alimentos e auxilia na quebra das proteínas pela pepsina. Para a manutenção intestinal, os ácidos orgânicos livres tamponados inibem o crescimento de bactérias Gram-negativas no intestino, mantendo os lactobacilos inalterados e a microbiota equilibrada.

“A Trouw Nutrition é uma das pioneiras no desenvolvimento de blends de ácidos orgânicos visando qualidade de água e qualidade intestinal de aves e suínos, tendo o Selko-pH como destaque. Como evolução natural desta trajetória, a empresa apresenta ao mercado o Selko AlpHa® que é um blend de ácidos orgânicos livres e tamponados de cadeia curta que reduz o pH da água e possui atividade bacteriostática e bactericida. Sua aplicação, que pode ser feita via caixa d’água ou por dosadores nas linhas de água dos galpões, favorece a melhor digestibilidade dos nutrientes e permite manter a microbiota intestinal estável, resultando em animais com ótimo desempenho”, finaliza o gerente da Trouw Nutrition, Josênio Cerbaro.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

América Latina surge como alternativa estratégica para exportações de tilápia

2

Alga marinha Ascophyllum nodosum revoluciona a agricultura sustentável e aumenta a produtividade no campo

3

Federarroz orienta produtores sobre acesso ao PEP e Pepro e reforça importância das exportações

4

14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva: produção de azeite deve se aproximar de 1 milhão de litros no Brasil em 2026

5

Produção de café em Rondônia se recupera e deve alcançar 2,7 milhões de sacas em 2026

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

Francisco Medeiros, presidente da PEIXE BR

América Latina surge como alternativa estratégica para exportações de tilápia

Abelhas uruçu-nordestina (Melipona scutellaris) / Crédito: Roberta Nocelli

Abelhas nativas são as mais atingidas por pesticidas, mas legislações vigentes não consideram o grupo

Arquivo

Pela primeira vez, importações de tilápia superam exportações brasileiras

Divulgação

Simpósio debate gestão de riscos e a eficiência do controle de Salmonella em Toledo (PR)