Viveiristas do Brasil – Dicas para o verão

Viveiro Ponte Alta

Publicado em 6 de novembro de 2015 às 07h00

Última atualização em 6 de novembro de 2015 às 07h00

Acompanhe tudo sobre Bandeja, Fertirrigação, Hortifrúti, Irrigação, Tela, Viveiro e muito mais!

 

 

 

José Carlos da Silva

 

Viveirista técnico ” CREA n° 170647 / TD

 

Viveiro Ponte Alta
Viveiro Ponte Alta

Nem sempre é a mesma coisa, ou seja, cada ano está um pouquinho mais quente e, para piorar, as chuvas estão diminuindo, principalmente em janeiro/fevereiro, época em que os dias são muitos longos. Estudos revelam que este quadro climatológico tende a piorar cada vez mais as condições para exploração agrícola.

Ciente desta situação, não podemos nos acomodar. Temos que investir em equipamentos, treinamento de pessoas e implantar técnicas a fim de compensar as mudanças drásticas que vêm ocorrendo na natureza.

Não cabe, neste momento, descrever o que devemos fazer para reverter esta situação, e sim algumas práticas para enfrentar o sol escaldante de dezembro, janeiro e fevereiro.

Dicas

Regras básicas para um manejo técnico:

  • Ø Instalação de uma tela de 50% de sombra, manejável na parte interna das estufas (viveiros), de preferência automatizada.
  • Ø Mínimo de 4 m de pé direito nas laterais, e saída de ar quente na parte superior. Dar preferência por sistemas de irrigação por bailarina bem distribuída que, além de irrigar, melhora a temperatura e a umidade do ar, otimizando o microclima da estufa. O mesmo efeito não é possível se utilizamos barras de irrigação.
  • Ø Efetuar a primeira irrigação do dia bem cedo, entre seis e oito horas da manhã. Neste horário é importante, também, efetuar a fertirrigação, pois é quando as plantas estão “ativas“ e com grande poder de absorção. Outra grande importância da irrigação neste horário é a derrubada do orvalho, ou seja, de gotículas muitas vezes contendo substâncias indesejáveis, expelidas pelos estômatos, durante a noite no processo de transpiração das plantas.
  • Ø Utilizar substratos formulados a partir de materiais não compostados ou mistos, que proporcionam maior aeração em um domínio maior sobre a muda por parte do viveirista.
  • Ø Mais empenho, dedicação e vigilância com os olhos na bandeja e o dedo no sweet da bomba de irrigação.

Sucesso a todos, e até breve.

Essa matéria você encontra na edição de outubro  da revista Campo & Negócios Hortifrúti. Adquira já a sua.

 

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