51ª Expocitros projeta avanços da citricultura e amplia agenda estratégica para 2026

Vista da Expocitros com estandes de empresas, produtores rurais e tecnologias voltadas à inovação, sustentabilidade e citricultura em Cordeirópolis/SP
51ª Expocitros 2026 deve reunir milhares de visitantes e destacar inovação, sustentabilidade, bioinsumos e tecnologias para fortalecer a citricultura brasileira.

Publicado em 25 de maio de 2026 às 08h22

Última atualização em 25 de maio de 2026 às 08h37

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Maior exposição do setor citrícola será realizada entre 26 e 29 de maio de 2026, em Cordeirópolis/SP, reunindo tecnologia, bioinsumos, sustentabilidade, energia e gestão para o futuro da citricultura brasileira.

Após uma edição histórica em 2025, a 51ª Expocitros chega em 2026 com a missão de consolidar o evento como o principal ambiente de inovação, negócios e planejamento estratégico da citricultura brasileira. A feira acontece entre os dias 26 e 29 de maio, no Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, em Cordeirópolis (SP), juntamente com a 47ª Semana da Citricultura.

A expectativa da organização é manter o patamar de mais de 12 mil visitantes e ampliar a participação das mais de 90 empresas expositoras presentes na edição anterior. O crescimento deve ser impulsionado pelos segmentos de tecnologia agrícola, automação, startups, bioinsumos, sustentabilidade, energia renovável e gestão no agro.

Expocitros 2026 deve ampliar presença de tecnologias e startups

A Expocitros 2026 pretende atrair um público ainda mais qualificado, formado por produtores rurais, cooperativas, indústrias, pesquisadores e lideranças técnicas ligadas ao setor citrícola. Em 2025, os eventos receberam participantes de cerca de 300 municípios e alcançaram mais de 10 milhões de pessoas nas mídias e canais digitais.

Entre os destaques da próxima edição estará a ampliação do espaço dedicado à inovação. Após o crescimento da participação de startups em 2025, a organização projeta um ambiente mais estruturado para tecnologias digitais, sensoriamento, inteligência artificial, rastreabilidade e automação agrícola.

A proposta é transformar a Expocitros no principal polo de inovação aplicada à citricultura no hemisfério sul, aproximando empresas emergentes, investidores, indústrias e centros de pesquisa.

Greening seguirá como tema central da citricultura

O combate ao greening continuará sendo um dos principais assuntos da programação técnica da Semana da Citricultura. A edição de 2026 deve aprofundar debates sobre manejo integrado, monitoramento digital, novos materiais genéticos e estratégias colaborativas para controle da doença nos pomares.

O objetivo é oferecer ferramentas práticas para auxiliar os produtores na tomada de decisão, reduzindo perdas e aumentando a competitividade da produção citrícola brasileira.

“Mesmo em um cenário de desafios climáticos e sanitários, os números mostram que a citricultura continua sendo um mercado estratégico e em expansão em valor, o que reforça a necessidade de lideranças preparadas para esse novo ciclo”, afirma Dirceu Mattos Jr., diretor do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC e um dos organizadores dos eventos.

Sustentabilidade e energia renovável ganham espaço na Expocitros

A sustentabilidade será outro eixo estratégico da Expocitros 2026. A programação deverá abordar temas como carbono na citricultura, conservação de solo e água, energia renovável e certificações ambientais.

Segundo os organizadores, o objetivo é preparar o setor para atender às novas exigências globais relacionadas à competitividade, acesso a mercados e valorização dos produtos brasileiros, especialmente o suco de laranja, segmento em que o Brasil permanece como maior produtor e exportador mundial.

A programação oficial da 47ª Semana da Citricultura será divulgada em fevereiro de 2026, junto com os homenageados desta edição.

Expocitros 2026 mira o futuro da citricultura brasileira

Mais do que apresentar soluções tecnológicas, a Expocitros 2026 nasce com o propósito de preparar a citricultura para a próxima década. A feira busca antecipar tendências, estimular decisões estratégicas e fortalecer a competitividade do setor citrícola brasileiro.

“O resultado deve ser uma edição ainda mais robusta, moderna e orientada ao futuro para quem lidera, investe ou produz no setor citrícola brasileiro”, finaliza Mattos Jr.

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