A agricultura brasileira vive um momento de transformação, impulsionada pela busca por maior sustentabilidade, eficiência no uso de insumos e resiliência produtiva.
Dentro desse cenário, a SoloTech tem se destacado ao levar soluções inovadoras que unem ciência, biologia e resultados comprovados diretamente ao produtor rural. Sob o comando do diretor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), Felipe Ribeiro, a empresa vem firmando parcerias estratégicas com referências do segmento. Destacam-se a HGS Bioscience, fornecendo ácidos orgânicos de alta performance, e a Biomip, especializada em bioinsumos biológicos com formulações de Trichoderma que utilizam mais de três cepas de alta eficiência.
“Nosso foco está em oferecer tecnologias que realmente agreguem ao produtor. A produtividade é apenas um dos indicadores: buscamos também evolução de solo, sanidade e lucratividade”, explica Felipe Ribeiro.

Resultados que saltam aos olhos no milho safrinha
A integração estratégica dessas tecnologias tem gerado um impacto notável em lavouras comerciais. Ensaios em áreas de milho safrinha demonstraram um incremento médio de 20% na produtividade. Tal feito realizou-se com um investimento de 9%, tendo 11% de lucro mediante a área testemunha. Esse avanço é resultado direto da combinação dos ácidos orgânicos da HGS com o biológico da Biomip, aplicados de forma estratégica e aliados ao manejo físico do solo.
Um diferencial importante que otimiza a aplicação e promove uma maior eficiência de arranque inicial é o uso de equipamentos como o pulverizador de sulco. A combinação desses três pilares – biologia + nutrição + manejo – tem proporcionado resultados consistentes e robustos, adaptando-se a diferentes condições de solo e clima.

Solo: patrimônio e ativo fundamental da agricultura regenerativa
A proposta da SoloTech está amparada em um princípio claro e fundamental para a longevidade do negócio rural: solo é patrimônio. A empresa trabalha ativamente com o conceito de agricultura regenerativa, promovendo uma série de benefícios à saúde do solo: Maior atividade microbiana; Disponibilização inteligente de nutrientes; Melhoria física do solo e sistema radicular mais robusto; Maior tolerância a estresses abióticos como seca e altas temperaturas.
“Quando o produtor investe primeiro no solo, o resultado aparece na lavoura. Cada safra se torna melhor que a anterior”, reforça o diretor da SoloTech.
Parceria científica que transforma o legado do campo. Os números positivos comprovam que o uso de bioinsumos deixou de ser uma promessa para se tornar uma realidade econômica e ambiental. Com base científica sólida e um acompanhamento técnico especializado, os produtores que adotam a filosofia da SoloTech estão conseguindo produzir mais, com maior eficiência no uso de recursos, e deixando um legado de solo fértil para as próximas gerações.
“Estamos apenas começando. O Brasil tem potencial para ser referência mundial em agricultura regenerativa e, juntos, queremos fazer parte dessa história”, conclui Felipe Ribeiro, projetando um futuro de maior sustentabilidade e lucratividade para o agronegócio nacional.

