Região do Cerrado Mineiro apresenta nova marca territorial na Fenicafé 2026

Ativação conduzida pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado marca novo posicionamento da origem, que passa a se comunicar como um ecossistema de inovação, cultura e regeneração no cenário global.
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A Federação dos Cafeicultores do Cerrado participa da Fenicafé 2026, de 13 a 16 de abril, em Araguari (MG), com a ativação da nova marca territorial da Região do Cerrado Mineiro (RCM), marcando um novo momento no posicionamento estratégico da origem nos cenários nacional e internacional.

Reconhecida como uma das principais feiras da cafeicultura brasileira, a Fenicafé reúne produtores, empresas, pesquisadores e lideranças do setor em torno de tecnologia, inovação e geração de negócios. É nesse ambiente que a Federação apresenta ao público a evolução da marca da região, que deixa de ser comunicada apenas como uma origem produtora de excelência e passa a se posicionar como um ecossistema vivo de valor.

Com o propósito de “ressignificar o produzir, o inovar e o viver, liderando um futuro regenerativo”, a nova estratégia de marca territorial amplia o papel do Cerrado Mineiro, integrando atributos como cafeicultura regenerativa, rastreabilidade, inovação, cultura e desenvolvimento territorial.

A iniciativa reforça uma trajetória marcada pelo pioneirismo: a Região do Cerrado Mineiro foi a primeira Denominação de Origem de cafés do Brasil e hoje reúne cerca de 4.500 produtores em 55 municípios, com presença em mais de 30 países.

Para o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, a participação na Fenicafé é uma oportunidade estratégica de conexão com o mercado.

“A Região do Cerrado Mineiro sempre esteve na vanguarda da cafeicultura. Agora, damos um novo passo ao apresentar uma marca que representa não apenas a qualidade do nosso café, mas um propósito e uma visão de futuro”, destaca.

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