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Pesquisa técnica auxilia produtores na escolha do híbrido de milho 

Fundação Rio Verde divulga resultado da pesquisa de competição de híbridos de milho segunda safra 2021/2022.
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Fundação Rio Verde/Divulgação

A escolha do híbrido de milho merece toda a atenção do agricultor. Para orientar o produtor a fazer o investimento correto dos híbridos que irá plantar, a Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde (Fundação Rio Verde) realiza, todos os anos, a avaliação dos híbridos de mercado e lançamentos. 

Além de escolher sementes com alto vigor, o produtor deve estar sempre atento às características dos materiais mais adaptados à sua região. A pesquisa de competição de híbridos de milho – segunda safra 2021/2022 – avaliou 32 híbridos de milho em médio e alto investimento.  

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A Fundação Rio Verde analisou as condições climáticas, manejo de pragas e adubação. O resultado apontou que: “Diferentemente do esperado, o manejo com menor aporte de nutrientes e fungicidas apresentou os melhores resultados produtivos, diversos fatores podem ter influenciado esse resultado, entre eles as condições climáticas adversas e o maior ataque de cigarrinhas nos híbridos com manejo de alto investimento, o que prejudicou o peso dos grãos e a produtividade”.  

O aumento de ataque de cigarrinhas nas lavouras de Mato Grosso é um dos fatores observados. “De maneira geral não encontramos dificuldades no manejo de percevejos e lagartas, porém, a incidência de ataque de cigarrinhas tem aumentado em relação às últimas safras, neste ano foram observados maiores sintomas de enfezamento nos híbridos com o manejo de alto investimento, em média a porcentagem de plantas com sintomas foi 4 vezes maior, o que pode ter favorecido o aumento de plantas quebradas e acamadas”.  

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Pesquisador do Setor de Fitotecnia e Plantas Daninhas da Fundação Rio Verde, Rodrigo Pengo Rosa explica que essa pesquisa é para tentar identificar qual é o híbrido de milho mais recomendado para a região de Mato Grosso, na questão do manejo nutricional e fungicidas para cada material.  

“São informações muito importantes que a Fundação Rio Verde passa ao produtor como forma de ajudá-lo a escolher o que ele irá plantar na próxima safra. Qual híbrido é suscetível e resistente a cigarrinha e a produtividade de cada material, qual irá produzir mais nessas condições”, frisou o pesquisador. 

A Fundação Rio Verde é credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para realização de ensaios. 

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