O ácaro da leprose dos citros (Brevipalpus yothersi) é uma das pragas que mais desafiam a citricultura brasileira. Pequeno, difícil de visualizar e muitas vezes protegido em regiões menos expostas da planta, ele exige atenção constante do produtor e um manejo cada vez mais eficiente.
Na prática, o problema vai além da presença da praga. O grande desafio está nas reinfestações e nas falhas de controle que podem comprometer a sanidade do pomar e aumentar os custos com reaplicações. Esse cenário impulsiona a busca por tecnologias que contribuam para ampliar o controle e tornar o manejo mais consistente.
Nesse contexto, o MIRA vem ganhando espaço no campo como uma nova estratégia de controle. Com o slogan Inovação no Manejo de Pragas, o MIRA é aliado estratégico do produtor e parceiro dos inseticidas e acaricidas no manejo de pragas de difícil controle, como o ácaro da leprose e o psilídeo dos citros.
Desenvolvido pela Oxiquímica Agrociência, empresa brasileira com 35 anos de atuação no agro, o MIRA possui a força dos terpenos naturais presentes em extratos vegetais, contribuindo para ampliar o alcance do manejo e aumentar a consistência dos resultados no campo.
Resultado a campo chama atenção
Em ensaio realizado pela SmartMIP, no município de Espírito Santo do Turvo (SP), o MIRA foi avaliado em associação ao tratamento padrão no manejo do ácaro da leprose. O estudo acompanhou a infestação da praga antes da aplicação e ao longo das avaliações realizadas no período de 60 dias.
O tratamento padrão utilizado foi o acaricida químico Espirodiclofeno, comparado ao mesmo manejo associado ao MIRA. O resultado chamou atenção principalmente pela manutenção do controle ao longo do tempo.
Aos 65 dias após aplicação, o tratamento padrão ultrapassou o índice de reentrada (3%), atingindo 9,8% de infestação. Já o manejo associado ao MIRA permaneceu abaixo do nível crítico, registrando apenas 2,6% de infestação, sem necessidade de nova aplicação naquele momento.
Traduzindo para a linguagem da lavoura
Na prática, isso significa maior consistência do manejo e potencial redução de reaplicações em situações de alta pressão da praga.

Outro diferencial importante está relacionado à forma de atuação do MIRA no manejo. Seus compostos contribuem para alcançar pragas em locais menos expostos da planta, favorecendo o contato em regiões onde muitas vezes a pulverização apresenta maior dificuldade de atingir.
MIRA deve ser utilizado de forma estratégica, sempre associado a inseticidas e acaricidas, dentro de programas estruturados de manejo, contribuindo para ampliar o alcance do manejo e tornar os resultados mais consistentes no campo.
Mais que citros: estratégia para diferentes culturas
Embora os resultados em citros estejam ganhando destaque, o MIRA também vem sendo posicionado em manejos voltados para outras pragas importantes da agricultura brasileira.
Além do ácaro da leprose e do psilídeo dos citros, o MIRA possui posicionamento estratégico para pragas de difícil controle em culturas como tomate e batata, reforçando sua versatilidade dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP).
O MIRA não necessita de refrigeração, possui armazenamento simples e tempo de prateleira de até três anos, facilitando logística, armazenamento e uso no dia a dia do campo.
Com foco em inovação e soluções aplicadas à realidade do produtor, a Oxiquímica Agrociência reforça o posicionamento do MIRA como parceiro dos inseticidas e acaricidas e ferramenta estratégica para ampliar o controle, reduzir falhas e aumentar a consistência do manejo de pragas no campo.
