A BIOTROP, referência em tecnologias biológicas e naturais para a agricultura, participa da 15ª edição do Congresso Brasileiro de Algodão (CBA), em Belo Horizonte (MG), um dos principais encontros do setor.
Nesta edição, a empresa integra o evento como patrocinadora, reforçando sua atuação em prol do desenvolvimento sustentável e competitivo da cotonicultura brasileira, em parceria com a ABRAPA.
“A presença da BIOTROP no CBA reforça seu compromisso com a evolução da cotonicultura nacional, fortalecendo a parceria com os produtores e apoiando uma produção de algodão cada vez mais eficiente, sustentável e competitiva”, afirma Carlos Alberto Baptista, Diretor Nacional de Vendas da BIOTROP.
A empresa quer solidificar a importância do manejo regenerativo por meio dos biológicos, demonstrando como as inovações biológicas podem aumentar a produtividade, promover a saúde do solo, otimizar o uso de recursos e gerar valor para toda a cadeia produtiva.

Realidade do algodão
Segundo o Diretor, o manejo com biológicos já é uma realidade na cotonicultura, com os bionematicidas ocupando papel relevante, mas há espaço de crescimento para os bioinseticidas, sobretudo no controle de lagartas e do bicudo, a principal praga da cultura e que impacta diretamente a lucratividade do produtor.
A nutrição biológica é outra fronteira em expansão. “Temos certeza de que muita tecnologia e inovação virão para o mercado brasileiro, inclusive soluções ligadas ao melhor aproveitamento dos nutrientes, como por exemplo o nitrogênio atmosférico e o NPK”, destaca.
Manejo biológico de qualidade
A BIOTROP chega ao CBA com um portfólio robusto, que acompanha o produtor da construção da saúde do solo ao manejo fitossanitário e nutricional. A empresa também tem lançamentos inovadores programados para os próximos meses, com foco em alvos de difícil controle.

“O manejo biológico no algodão é uma realidade e deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, impulsionado pela necessidade de sistemas mais produtivos, eficientes e sustentáveis”, avalia Baptista.
Integração, produtividade e sustentabilidade
Para Baptista, o futuro da cotonicultura passa pela integração entre produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. “Nosso compromisso é apoiar o cotonicultor com soluções biológicas e inovadoras que viabilizem o manejo regenerativo, promovendo solos mais saudáveis, plantas mais resilientes e maior retorno econômico. Afinal, os consumidores mundiais exigem produtos mais sustentáveis e os biológicos são ferramentas fundamentais na redução da carga química aplicada. Estaremos sempre ao lado do produtor para transformar desafios em oportunidades”, conclui o Diretor.
