Loyder anuncia construção de sua primeira unidade fabril

A Loyder, especializada em tecnologias inteligentes que promovem a saúde das plantas e é uma das quatro unidades de negócios da Essere Group, nova holding nacional, dará início à construção de sua primeira unidade fabril, em uma área 62 mil metros quadrados, em Olímpia, interior de São Paulo.

Publicado em 26 de maio de 2021 às 14h13

Última atualização em 26 de maio de 2021 às 14h13

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A Loyder, especializada em tecnologias inteligentes que promovem a saúde das plantas e é uma das quatro unidades de negócios da Essere Group, nova holding nacional, dará início à construção de sua primeira unidade fabril, em uma área 62 mil metros quadrados, em Olímpia, interior de São Paulo, com capacidade para atender ao Estado de São Paulo, um dos principais mercados do agro nacional. A obra tem previsão de conclusão em junho de 2022.
“A iniciativa integra o Projeto Haya, que é um marco divisório no processo de gestão de nutrientes por parte do agricultor. A construção da primeira fábrica da Loyder está alinhada ao crescimento exponencial traçado pelo Essere Group em nível nacional. Ao todo, a Loyder prevê a construção de 10 novas unidades em mercados estratégicos nacionais, entre eles Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, São Paulo, Piauí, Goiás e Minas Gerais”, revela Luiz Fernando Schmitt, Diretor de Marketing & Novos Negócios no Essere Group.

Capacidade

Cada uma das 10 unidades da Loyder terá capacidade de produção de 50 mil toneladas de fertilizantes NPK’s com um turno de produção. Essas 10 unidades, uma vez instaladas nos mercados estratégicos nacionais, vão entregar um volume ao redor de 500 mil toneladas de fertilizantes, o que vai capturar uma participação mercadológica de 1% de um mercado total de 50 milhões de toneladas, previsto até 2030.
A construção de cada unidade fabril da Loyder terá investimento na ordem de R$ 35 milhões. Estima-se, portanto, que serão investidos R$ 350 milhões para a edificação das 10 novas fábricas.
Além das estruturas físicas, o Projeto Haya também prevê a contratação de novos colaboradores, incluindo profissionais de P&D, agrônomos e equipes comerciais, implementação de programas de capacitação e treinamento para esses colaboradores, podendo atingir o patamar de R$ 400 milhões de investimentos para viabilizar toda a estratégia do projeto na próxima década.

Gestão dos nutrientes

A gestão dos nutrientes no solo, assim como a mensuração do grau de eficiência desses nutrientes, continuam sendo grandes desafios do agricultor brasileiro. Para isso, é preciso diminuir ou eliminar a baixa eficiência dos fertilizantes fazendo uso de fertilizantes inteligentes; melhorar a aplicabilidade dos fertilizantes sem gerar desuniformidade, com uma fórmula de excelente escoabilidade, aumentar o enraizamento das culturas através de estímulos para maior aproveitamento dos nutrientes no solo, utilizar um fertilizante na medida certa para a maior expressão da produção com sua sustentabilidade.
Nesse processo, a tecnologia Haya contempla macronutrientes, micronutrientes e substâncias que potencializam o enraizamento, pois é um fertilizante inteligente, revestido por aditivos que reduzem as perdas por volatilização e lixiviação do nitrogênio (N), modifica o mecanismo de fluxo difusivo do fósforo (P), reduzindo o processo de fixação de fósforo (P) e minimiza o índice salino e lixiviação do potássio (K) do solo.
Além disso, a tecnologia Haya potencializa o efeito dos nutrientes no solo em função de sua ação nos processos fisiológicos da planta desde a fase inicial; melhora a distribuição dos fertilizantes de forma homogênea, diminui o empedramento, embuchamento e a higroscopicidade dos fertilizantes.

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