Hormônios revolucionam a agricultura

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Publicado em 20 de novembro de 2014 às 07h00

Última atualização em 15 de maio de 2025 às 16h04

Acompanhe tudo sobre Água, Algodão, Café, Cana-de-açúcar, Feijão, Germinação, Hormônio, Hortaliça, Sorgo, Tratamento de semente, Trigo e muito mais!

 

Jorge Celestino Verde dos Santos

Engenheiro agrônomo, produtor rural e consultor

verde.jorge@hotmail.com

Diogo de Almeida Verde

Engenheiro agrônomo e representante comercial

 

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Os biorreguladores são compostos por uma combinação de reguladores vegetais que agem em conjunto, garantindo um adequado equilíbrio hormonal, estimulando a formação de plantas altamente eficientes e aptas a explorar o ambiente e demonstrar todo o seu potencial produtivo.

As culturas mais beneficiadas por eles são: soja, milho, algodão, feijão, sorgo, trigo, cana-de-açúcar, café, hortaliças e frutíferas.

Estímulo à agricultura

Os biorreguladores estimulam a formação de plantas altamente eficientes e aptas a explorar o ambiente radicular - Crédito Shutterstock
Os biorreguladores estimulam a formação de plantas altamente eficientes e aptas a explorar o ambiente radicular – Crédito Shutterstock
Raízes de plantas que receberam os bioativadores - Crédito Jorge Verde
Raízes de plantas que receberam os bioativadores – Crédito Jorge Verde
Raízes de plantas que receberam os bioativadores - Crédito Jorge Verde
Raízes de plantas que receberam os bioativadores – Crédito Jorge Verde
Àesquerda soja testemunha, e à direita, com bioativadores
Àesquerda soja testemunha, e à direita, com bioativadores ” Crédito Jorge Verde

 Todas as espécies vegetais têm seus processos regulados por hormônios. Sendo assim, o uso de biorreguladores que contêm os hormônios promotores de crescimento em doses adequadas melhoram a eficiência da planta em todos seus processos, fazendo com que ela tenha maior capacidade de demonstrar todo seu potencial produtivo.

Manejo

O manejo para a máxima eficiência dos produtos deve levar em conta cada espécie vegetal, incluindo a fase ideal para essa prática. Os biorreguladores têm por objetivo acelerar a germinação das sementes, favorecer o desenvolvimento das raízes, favorecer o equilíbrio no desenvolvimento da formação vegetativa das plantas, auxiliar as plantas no pegamento de estruturas reprodutivas e a carrear nutrientes para um maior peso específico de grãos e frutos.

Erros fatais

É importante evitar a aplicação dos biorreguladores em fases das plantas em que eles não são recomendados.

Opções

Os biorreguladores devem conter hormônios sintéticos em doses equilibradas de citocinina, giberilina e auxina, e serem registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

 As empresas que detêm essa tecnologia apresentam um posicionamento com embasamento científico, e recomendam sua utilização no tratamento de sementes e aplicações foliares nas fases vegetativas e/ou reprodutivas das plantas.

A aplicação no tratamento de sementes visa obter uma melhor germinação e melhor estabelecimento da lavoura. As aplicações foliares nos estádios vegetativos visam uma melhor arquitetura de planta, enquanto as aplicações no estádio reprodutivo têm por objetivo um maior pegamento de flores/vagens e também melhorar o enchimento dos frutos.

Custo

O uso dos biorreguladores mostra um excelente custo/benefício. A maioria dos trabalhos de pesquisa e de campo comprova isso, por meio de significativos ganhos em produtividades devido aos benefícios já descritos.

Inovações precisas

A agricultura moderna, atual e extensiva tem utilizado uma série de inovações tecnológicas que tem proporcionado novos estímulos fisiológicos, os quais vêm auxiliar as plantas a se tornarem mais eficientes e produtivas.

Não é admissível ao produtor que quiser se manter no sistema produtivo sustentável recusar a investir, e a proporcionar ações que vêm auxiliar as plantas a se tornarem mais eficientes ao estresse e às “adversidades climáticas” (períodos prolongados sem chuvas associados ao forte calor) e favorecer que ela possa ter raízes mais bem fixadas, com um estímulo especial na busca de água no perfil do solo (entre um a 1,5m para soja, feijão e trigo, e até dois à 3m de profundidade para o milho).

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