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Feira do Mel de Florianópolis abre na quarta e segue até sábado, 16

Feira do Mel Fpolis_mel_foto Aires Mariga Epagri

Publicado em 12 de junho de 2018 às 15h02

Última atualização em 15 de maio de 2025 às 16h54

Acompanhe tudo sobre Abelha, Eucalipto, Traça e muito mais!
Feira do Mel Fpolis_mel_foto Aires Mariga Epagri
Feira do Mel Fpolis_mel_foto Aires Mariga Epagri

A Feira do Mel de Florianópolis inicia nesta quarta-feira, 13, no Centro da Capital, oferecendo aos moradores de região o que há de melhor em produtos derivados da apicultura no Estado. O evento segue até o sábado, 16, e vai comercializar, além do mais conhecido produto das abelhas, geleia real, cera, balas, biscoitos, cosméticos, pão de mel, bolo de mel, chás, cachaça, vodka com mel e favos de mel. É uma ótima oportunidade para apoiar o movimento “Compre de SC“, campanha para incentivar a população a consumir produtos catarinenses, lançada no dia 8 de junho pelo governo do Estado.

Ao escolher o mel catarinense o cidadão vai ter a certeza de consumir um dos melhores produtos disponíveis. No ano passado, o mel produzido em Santa Catarina foi eleito pela quinta vez o melhor do mundo, durante o 45º Congresso da Associação Internacional das Federações de Apicultores (Apimondia), realizado na Turquia.

Além da qualidade, o mel produzido no Estado também impressiona pela variedade. Nossas abelhas produzem mais de 100 tipos de méis com cor, aroma, sabor e consistência diferentes. “Apesar de Santa Catarina ter um território relativamente pequeno, possui uma grande diversidade de plantas e tipos de solo e, o que influencia na composição do néctar“, explica Ivanir Cella, Chefe da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri.

Entre os tipos de méis produzidos em Santa Catarina, o silvestre responde pela maior parte. Ele é multifloral, ou seja, é feito pelas abelhas a partir do néctar coletado em uma grande variedade de plantas. Considerado de excelente qualidade, seu sabor, aroma e consistência variam de acordo com as floradas predominantes na época em que é produzido. A coloração mais escura indica maior concentração de sais minerais.

O melato é produzido somente em anos pares no Planalto catarinense, entre os meses de março a maio. Ele não vem do néctar das flores, e sim de fluídos expelidos pela árvore bracatinga, misturados a enzimas produzidas por cochonilhas, que são insetos sugadores que atacam o tronco do vegetal. Segundo Cella, esse é um mel único, de coloração escura, bastante apreciado e valorizado no exterior.

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Já o mel de uva-japão é produzido principalmente no Oeste do Estado, entre novembro e dezembro, época de floração desta planta. De cor clara e sabor extremamente suave, tem como peculiaridade o fato de dificilmente cristalizar quando armazenado em temperatura ambiente.

Outro mel que se destaca no Estado é o de eucalipto. Ele é produzido de março a maio, no Sul catarinense, onde há maior concentração desta planta. Apresenta coloração âmbar e sabor mais forte. “É uma boa pedida para quem precisa de um expectorante“, recomenda o técnico da Epagri.

A apicultura catarinense se destaca no cenário nacional também pela alta produtividade, graças às tecnologias empregadas pelos produtores. O casal Ideraldo e Leodete Pfleger, de Santo Amaro, é um bom exemplo. Com esmero no manejo eles colhem em média 50 a 60 quilos de mel em cada uma das suas 240 colmeias. Em safras excepcionais eles já colheram até 70 quilos de mel numa colmeia. No Brasil essa média fica em 10 quilos por colmeia. Em 2017, quando Santa Catarina registrou uma super safra de mel, a produção estadual ficou numa média de 25 quilos por colmeia.

Feira do Mel Florianópolis_abelha_foto Nilson Teixeira Epagri
Feira do Mel Florianópolis_abelha_foto Nilson Teixeira Epagri

Serviço

  • O que: Feira do Mel de Florianópolis
  • Quando: de quarta-feira, 13, a sábado, 16 de junho.
  • Onde: na Avenida Paulo Fontes, em frente ao Terminal de Integração do Centro (Ticen)
  • Informações e entrevistas: Ivanir Cella, Chefe da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri, pelo fone (48) 98801-8269 ou Rodrigo Durieux da Cunha, extensionista da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri, pelo fone (48) 9 8851-3618.

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992/3665-5147
Cinthia Andruchak Freitas, jornalista: (48) 3665-5344

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