Com previsão de margens apertadas, assertividade é a palavra 

Para a safra 2023/24 sojicultor brasileiro não terá espaço para erro diante dos atuais desafios climáticos e mercadológicos.
Soybeans in the pod - Brazil

Publicado em 16 de fevereiro de 2024 às 12h00

Última atualização em 16 de fevereiro de 2024 às 12h00

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Enquanto a safra 2022/2023 terminou com números recordes em decorrência de um cenário bem favorável com a produção de estimada, segundo a Conab, em 154,6 milhões de toneladas de soja, a safra 2023/2024 tem preocupado muito produtor. Os desafios foram muitos, diante da instabilidade climática, as lavouras das principais regiões foram comprometidas e de acordo com a Agrinvest Commodities, empresa que atua nas áreas de inteligência de mercado, gestão do risco de preço, consultoria e comercialização agrícola, a temporada atual da oleaginosa deve ser abaixo de 150 milhões de toneladas.

Créditos: istock

Segundo o analista da consultoria Jeferson Souza, algumas regiões, principalmente de Mato Grosso (principal produtor do Brasil), estão enfrentando dificuldades por conta do clima e isso pode impactar na média produtiva do estado. “Há divergência entre as regiões e isso cria uma dificuldade em fazer previsões de colheita, mas diante do que estamos vendo, a safra deverá ter números menores que nos últimos anos”, diz.

Outro ponto importante é que essa safra será muito mais apertada em termos de rentabilidade em comparação aos últimos anos, por isso, o produtor tem que ser assertivo em suas escolhas. “Mais do que nunca é necessário ser preciso na gestão de risco com relação de troca, isso é fundamental nesse momento”, destaca Souza.

Essa relação de troca destacada pelo especialista não é tão preocupante quanto aos insumos que já voltaram aos patamares de preço pré-pandemia, e sim, a outros custos que não reduziram, como por exemplo, arrendamentos que é um problema sério. “Também é importante analisar, como será o comportamento do mercado nos próximos anos com a soja voltando para a casa dos R$100 a saca? Como o mercado, principalmente o de máquinas vai ficar? São essas perguntas que ainda não têm respostas”, pontua o analista.

Biotecnologia como aliada 

Para que as plantas alcancem todo o seu potencial produtivo é fundamental que elas tenham um ambiente propício para se desenvolverem. Para isso se faz necessária a utilização de produtos que além de macro e micronutrientes, tragam outras tecnologias embarcadas, como os microrganismos presentes nos condicionadores de solo que são a base dos fertilizantes biotecnológicos, os quais têm a capacidade de promover o reequilíbrio do solo.

Os fertilizantes biotecnológicos da Superbac, empresa pioneira no Brasil em soluções biotecnológicas, por exemplo, já comprovaram que é possível obter um ganho médio de 3,6 sacas de 60 quilos a mais de soja por hectare. Soluções como Supergan se destacam. O biofertilizante é produzido por meio de processos naturais, inovadores e que combinam Smartgran, rico em bactérias inteligentes (tecnologia Smartbac), com macro e micronutrientes, promovendo o reequilíbrio do solo, criando um ambiente propício para o desenvolvimento das plantas. Com essas bactérias inteligentes, o produtor começa a ter um solo vivo.

Outra solução é o Supergan Plus, um produto premium, que reúne em um único pellet a plataforma orgânica com a biotecnologia (Smartgran) e os nutrientes de origem mineral. Sem sofrer segregação durante a aplicação, a distribuição do produto é mais uniforme no solo, possibilitando equilibrada absorção pelas plantas e elevados patamares de produtividade, liderando a revolução por um futuro mais produtivo e sustentável. Ambas as soluções se encaixam perfeitamente neste momento do mercado, no qual, o sojicultor precisará ser eficiente, produzindo mais e melhor na mesma área.

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