Virose está entre as pragas e doenças de solo que mais preocupam o produtor

Publicado em 27 de maio de 2015 às 07h00

Última atualização em 27 de maio de 2015 às 07h00

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Uma das saídas é o plantio de variedades resistentes

 

 O tomate Serato F1 é resistente às principais doenças e pragas do tomateiro Fotos Agristar
O tomate Serato F1 é resistente às principais doenças e pragas do tomateiro Fotos Agristar

Os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul são conhecidos pelas grandes produções de tomate. Estima-se que entre as regiões serrana do Rio e Paty do Alferes, cerca de cinco mil pessoas sejam empregadas diretamente nas lavouras. Já no Sul, a tomaticultura envolve um dos maiores faturamentos de hortifruticultura do estado e é cultivada em sua maioria usando mão de obra familiar.

Desde 2009, o tomate híbrido Serato F1, da linha Topseed Premium, vem se destacando nesses mercados. A variedade se mostrou diferenciada aos produtores pela resistência às principais doenças e pragas características da cultura, pela qualidade e sabor dos frutos.

“No Rio de Janeiro, os produtores gostam do tomate Serato F1 pelo tamanho e coloração dos frutos, produtividade e resistência ao vírus Vira-cabeça, virose que vem aumentando na região. O produto também possibilita a colheita na época chuvosa, sem perdas significativas com frutos trincados e manchados“, explica Anderson Moreira, coordenador de vendas da Agristar e responsável pelo estado.

Já no Rio Grande do Sul, o representante técnico de vendas (RTV) Márcio Mota ressalta que o mercado, em geral, prefere frutos de tamanho grande, com alto rendimento e boa tolerância a doenças e pragas. “Com sistema radicular agressivo, o Serato possui melhor tolerância às principais pragas e doenças de solo, como nematoides e murcha de Verticilium, proporcionando mais segurança ao produtor sulista“, explica.

Entre as vantagens do cultivo do Serato está a aceitação do mercado consumidor. “Hoje, em seu segmento, o Serato é considerado um dos tomates com o melhor sabor do mercado, pois possui equilíbrio entre os açúcares e ácidos orgânicos do fruto, agradando ao paladar. Além disso, apresenta internamente pouca quantidade de água e ótima consistência nas fatias, favorecendo a preferência de sabor entre as redes atacadistas e consumidores finais“, afirma o especialista em tomates e pimentões da Agristar, Thiago Teodoro Alcantara.

O plantio do Serato é recomendado para regiões que consigam ofertar o fruto a pequenas distâncias, sendo entregue em dois ou três dias para venda ao consumidor final.

Essa matéria você encontra na edição de maio da revista Campo & Negócios Hortifrúti. Adquira a sua!

 

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