Primeiro aditivo biológico para fertilizantes

Atenta às necessidades dos produtores rurais e com a missão em atender, de forma ....
Solo - Crédito Shutterstock

Publicado em 21 de abril de 2021 às 10h00

Última atualização em 21 de abril de 2021 às 10h00

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Atenta às necessidades dos produtores rurais e com a missão em atender, de forma eficiente, as demandas do mercado e da sociedade, a Microgeo Biotecnologia Agrícola, empresa 100% brasileira e pioneira do setor de biológicos focada em restabelecer e ativar o microbioma do solo com a tecnologia Microgeo®, desenvolveu também de forma inovadora o primeiro aditivo biológico para fertilizantes minerais do Brasil. 

“O aditivo biológico é elaborado a partir de soluções naturais e melhora a qualidade biológica dos fertilizantes minerais, potencializando suas funções e resultados. O produto atua junto ao microbioma do solo e da planta, dando ganhos de produtividade e ao meio ambiente”, conta Caio Suppia, diretor de marketing da Microgeo.

O microbioma do solo e da planta é definido como o conjunto de comunidades microbianas e suas interações complexas que incluem, entre outros microrganismos, bactérias, fungos e arquéias.

O aditivo biológico, já regularizado junto ao MAPA através do Anexo III/ IN 39-12/6/2020, começou a ser desenvolvido pela companhia no ano de 2016 e está em fase de validação a campo nas principais regiões agrícolas do país. Os primeiros resultados mostram o potencial do produto junto aos fertilizantes minerais em diferentes culturas e a expectativa é que o lançamento no mercado aconteça já na safra verão 21/22.

Com isso, a companhia aumentará seu portfólio com mais uma solução inovadora e pioneira, que por meio da indução da atividade do microbioma do solo veiculada com fertilizantes minerais aditivados, busca gerar ganhos agronômicos, econômicos e de sustentabilidade nos sistemas produtivos.

Suppia destaca ainda que, além das pesquisas de desenvolvimento e validações agronômicas no campo, nesses últimos 4 anos, a empresa também somará mais investimentos, na ordem de aproximadamente R$ 4 milhões, na sua planta fabril na cidade de Limeira-SP, onde será produzido o aditivo biológico. “Passamos por um período adverso devido a pandemia, mesmo assim conseguimos garantir um resultado positivo em 2020. Nossa expectativa de crescimento é acompanhar o mercado de biológicos e atingir em média 35, 40% de aumento nos próximos anos. Já tivemos um primeiro trimestre promissor”, completa o diretor.

De acordo com dados do Encontro Anual da Indústria de Biocontrole (ABIM) de 2018, em todo o mundo, o mercado de biológicos movimenta em torno de US$ 3,8 bilhões e a expectativa é que até 2025 ele alcance os US$ 11 bilhões. O Brasil é o quarto país com melhor performance na produção de produtos biológicos e responde por 7% da comercialização mundial.

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