Em Petrolândia (SC), marcada por variações climáticas e desafios fitossanitários ao longo das últimas safras, um resultado chamou atenção e reforçou o potencial de materiais genéticos mais avançados no campo.
O produtor Lindomar Doerner compartilhou sua experiência com a cebola híbrida Terena, da Agrocinco, destacando desempenho superior tanto em produtividade quanto em qualidade. Enquanto a média regional gira entre 27 e 30 toneladas por hectare, Lindomar alcançou impressionantes 70 toneladas por hectare com a Terena, considerando produto limpo e maquinado. Um salto significativo frente ao ciclo anterior, quando já havia registrado 50 toneladas por hectare com a mesma cultivar.
Resistência e mais segurança na lavoura
Um dos principais desafios enfrentados pelos produtores na região foi a incidência de “capitão”, problema que impacta diretamente a qualidade e o valor comercial da cebola. Segundo Lindomar, outras variedades cultivadas na propriedade apresentaram índices entre 10 e 15% de incidência. Já a Terena, por outro lado, se destacou pela ausência do problema.
Esse comportamento reforça características já observadas desde o lançamento do material: ciclo precoce, excelente qualidade de pele e maior segurança na produção. Além disso, a possibilidade de estocagem por três a quatro meses amplia a flexibilidade comercial do produtor.
Produtividade acima da média e valorização no mercado
Produzir mais é importante, mas vender bem faz toda a diferença. Mesmo em um ano considerado difícil em termos de preços, a Terena demonstrou forte aceitação comercial. Lindomar Doerner relata que, inicialmente, plantou a cultivar atendendo à demanda de um comprador específico.
No entanto, o desempenho e a qualidade do produto abriram novas portas: na última safra, foram três compradores diferentes adquirindo a produção. A procura crescente evidencia a confiança do mercado e a consistência do material, que entrega padrão visual e qualidade pós-colheita valorizados pelos clientes.
Quebrando paradigmas no segmento de precoces.
Tradicionalmente, o mercado associa materiais precoces a uma menor qualidade de pele, o que pode comprometer a aceitação comercial. No entanto, a Terena vem justamente para desafiar esse conceito.
Com pele mais avermelhada, boa aparência e alta produtividade, o material demonstra que é possível unir precocidade com qualidade superior, atendendo tanto às exigências do produtor quanto às do mercado.
Tecnologia que se traduz em resultado
O desempenho observado na lavoura de Lindomar Doerner não é apenas um caso isolado, mas um indicativo claro de como a escolha correta do material pode impactar diretamente os resultados no campo.
Sem incidência de capitão, produtividade acima do dobro da média regional e alta aceitação comercial, a Terena se consolida como uma alternativa estratégica para produtores que buscam eficiência, segurança e rentabilidade.
Para a Agrocinco, histórias como essa reforçam o compromisso com a entrega de soluções que realmente fazem a diferença no dia a dia do produtor, transformando tecnologia em resultados concretos dentro e fora da lavoura.
