Dicas para controlar a cigarrinha do milho

Eliminar ponte verde e priorizar o MIP são estratégias eficazes.
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Compromete o desenvolvimento vegetativo e impacta negativamente na formação e enchimento de espigas, além de incidir diretamente na diminuição do transporte de fotoassimilados, carboidratos que auxiliam o crescimento da planta.

Esses são alguns dos prejuízos causados pela cigarrinha (Dalbulus maidis) nas lavouras de milho, que refletem em uma redução expressiva de produtividade, grãos chochos, plantas atrofiadas e forte desuniformidade no estande.

Para ajudar os produtores rurais a controlarem a cigarrinha do milho, o time técnico da BioCAZ apresenta a seguir 04 dicas fundamentais. Acompanhe:

1) Elimine a ponte verde
A cigarrinha transmite o patógeno ainda jovem e se move rapidamente na área, aumentando a pressão de infecção. Regiões com ponte verde (restos culturais e milho voluntário) potencializam o problema. Sem manejo preventivo, o potencial produtivo terá perdas irreversíveis.

2) Priorize o manejo integrado de pragas
Dê preferência a estratégias e soluções que se integrem de forma eficiente aos programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP). A combinação de ferramentas compatíveis com inimigos naturais, aliada a práticas de monitoramento e aplicação responsável, aumenta a eficácia no controle e reduz riscos de resistência. Produtos que atuam por contato ou infecção cuticular, por exemplo, podem ser ótimos aliados quando bem posicionados dentro do MIP.

3) Quebre o ciclo da praga
Para controlar a cigarrinha do milho, é importante quebrar o ciclo. A solução BioCAZ Power promove esse efeito. A BioCAZ Power atua em contato e é eficiente em populações mais altas, resistindo melhor ao ambiente do solo e a palhada. O manejo, para mitigar a incidência de cigarrinha, precisa ser preventivo. Nesse contexto, o BioCAZ Power é uma solução para reduzir a população do vetor e proteger o potencial produtivo do milho desde o início.

4) Estratégia híbrida
Promova a integração de controle químico e biológico, com aplicações no início do ciclo e reaplicações conforme nível populacional. Essa estratégia ajudará a incrementar a proteção do potencial produtivo e elevar a rentabilidade.

Além dessas orientações, é importante o produtor escolher híbridos menos suscetíveis, iniciar o controle logo na emergência, realizar o monitoramento constante com armadilhas e vistorias e ter a tecnologia de aplicação bem ajustada, entre outros pontos.

Para saber mais, entre em contato com a BioCAZ (www.biocaz.com.br). A empresa tem uma equipe altamente qualificada e pronta para atender os produtores rurais.

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