Clima
Apenas nas regiões do setor sul (Porto Ferreira a Limeira), o volume acumulado de chuva registrado no período maio a maio foi superior ao médio da série para as regiões (-1.052 mm contra a média de 1.397 mm / 5,1% = 1.075 mm ante a média de 1.035 mm – 1.065 mm acumulados).
Nas demais regiões do cinturão, choveu menos do que a média histórica. As regiões do setor norte (Triângulo/MG e Ribeirão) e Administrador/Quirinópolis apresentaram os maiores déficits hídricos (-244 mm a mais ante a média de 191 mm a região) (-301%, 639 mm entre 922 mm / 639 mm = 28 mm ante a média de 1.058 mm) respectivamente.
Queda de frutos
A projeção da taxa de queda prematura de frutos foi montada em 23% nesta reestimativa. Esse é o maior valor registrado ao longo de 11 safras e está associado ao aumento da queda de frutos de 6,9% para 13,0% nas variedades tardias, e em 16,2% para Hamlin, 25,6% para Rubi e 20,6% para outras variedades nos setores Centro e Sul. Em 2015, a queda prematura nas variedades de Folha Murcha e Pera Rio Grande estava em 8,7% e 6,4%, respectivamente.
O aumento nas perdas está relacionado principalmente à seca, e o menor número de flores por planta observado em algumas áreas, além da redução do tamanho médio dos frutos, impactando a produção final estimada. Os setores Norte, Centro e Sul devem apresentar as maiores perdas, enquanto o Triângulo/Sudoeste Mineiro deve registrar perdas menores.
Relatório completo em: https://www.fundecitrus.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Relativestiva-da-Safra-de-Laranja.pdf
A terceira reestimativa da safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta terça-feira (16/05), indica produção de 292,60 milhões de caixas de laranja de 40,8 kg, redução de 0,7% em relação à segunda reestimativa da safra, divulgada em 10 de dezembro/2025, que apontava produção de 294,61 milhões de caixas, e de 7% em relação à estimativa de 9 de maio, que apontava produção de 314,66 milhões de caixas.
A redução da safra na última reestimativa antes do fechamento se deve à diminuição do tamanho médio das laranjas das variedades tardias Valência, Folha Murcha e Natal. Segundo dados do Climatempo Meteorologia, de maio de 2025 a janeiro de 2026, a precipitação média acumulada foi 10% menor do que a série histórica (1991 a 2020) – choveu 862 milímetros no parque citrícola no período contra 958 do histórico.
Até meados de janeiro, 87% da safra havia sido colhida, com peso médio de 153 gramas por fruto, 1 grama abaixo da projeção anterior. A redução foi atribuída a variedades tardias, cujos frutos não apresentaram o crescimento esperado devido à escassez de chuvas.
Agora, considerando o peso médio de todas as variedades, a quantidade de laranjas para completar uma caixa de 40,8 kg sobe de 265 (154 gramas por fruto) para 267 frutos (153 gramas por fruto).
A colheita das variedades Valência e Folha Murcha chegou a 75%, com nova projeção de peso para 161 gramas, enquanto a da variedade Natal chegou a 77% com nova projeção para 163 gramas. Assim, a quantidade de laranjas por caixa para as variedades Valência e Folha Murcha aumenta de 246 frutos por caixa (165 gramas por fruto) para 252 frutos (161 gramas por fruto); para a Natal, aumenta de 248 frutos (165 gramas por fruto) para 250 frutos (163 gramas por fruto).
Clima
Apenas nas regiões do setor sul (Porto Ferreira a Limeira), o volume acumulado de chuva registrado no período maio a maio foi superior ao médio da série para as regiões (-1.052 mm contra a média de 1.397 mm / 5,1% = 1.075 mm ante a média de 1.035 mm – 1.065 mm acumulados).
Nas demais regiões do cinturão, choveu menos do que a média histórica. As regiões do setor norte (Triângulo/MG e Ribeirão) e Administrador/Quirinópolis apresentaram os maiores déficits hídricos (-244 mm a mais ante a média de 191 mm a região) (-301%, 639 mm entre 922 mm / 639 mm = 28 mm ante a média de 1.058 mm) respectivamente.
Queda de frutos
A projeção da taxa de queda prematura de frutos foi montada em 23% nesta reestimativa. Esse é o maior valor registrado ao longo de 11 safras e está associado ao aumento da queda de frutos de 6,9% para 13,0% nas variedades tardias, e em 16,2% para Hamlin, 25,6% para Rubi e 20,6% para outras variedades nos setores Centro e Sul. Em 2015, a queda prematura nas variedades de Folha Murcha e Pera Rio Grande estava em 8,7% e 6,4%, respectivamente.
O aumento nas perdas está relacionado principalmente à seca, e o menor número de flores por planta observado em algumas áreas, além da redução do tamanho médio dos frutos, impactando a produção final estimada. Os setores Norte, Centro e Sul devem apresentar as maiores perdas, enquanto o Triângulo/Sudoeste Mineiro deve registrar perdas menores.
Relatório completo em: https://www.fundecitrus.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Relativestiva-da-Safra-de-Laranja.pdf
