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Tendência atual do cultivo de milho em função do ciclo da planta

Tendência atual do cultivo de milho em função do ciclo da planta


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Publicado em 29 de janeiro de 2017 às 07h00

Última atualização em 15 de maio de 2025 às 16h02

Acompanhe tudo sobre Colheita, Lucro, Sorgo, Transgênico e muito mais!

Israel Alexandre Pereira Filho

Emerson Borghi

Pesquisadores do Núcleo de Desenvolvimento de Sistemas de Produção da Embrapa Milho e Sorgo

Crédito Sandra Brito
Crédito Sandra Brito

A cultura do milho é um dos segmentos econômicos mais importantes do agronegócio brasileiro. Considerando apenas a produção primária, o milho responde atualmente por cerca de 41,9% da produção nacional de grãos, que deverá ficar em torno de 210 milhões de toneladas.

O milho é insumo básico para a avicultura, suinocultura e bovinocultura, três setores extremamente importantes e competitivos em nível internacional e grandes geradores de receitas para o País via exportação.

Segundo dados da Conab (2016), a produção esperada para a primeira safra de milho do Brasil em 2016/17 é de 27,74 milhões de toneladas, e na segunda safra (safrinha) deve atingir um recorde de 56,07 milhões de toneladas, contra 40,7 milhões de toneladas em 2015/16.

A safra total de milho do País nesta temporada deverá somar 88,3 milhões de toneladas contra as 66,6 da safra passada, quando o clima prejudicou a produção em importantes regiões de cultivo.

A safra total de milho do País nesta temporada deverá somar 88,3 milhões de toneladas - Crédito Paulo Ribeiro
A safra total de milho do País nesta temporada deverá somar 88,3 milhões de toneladas – Crédito Paulo Ribeiro

Como estabelecer o ciclo do milho

O milho é uma cultura na qual o ciclo completo é extremamente variável, dependendo do genótipo e das condições ambientais ocorridas durante suas fases de desenvolvimento. O principal fator que influencia o ciclo é a temperatura, pois as etapas fenológicas são determinadas pelo número de horas de calor diário expresso em graus-dias.

As cultivares disponíveis no mercado brasileiro são classificadas em superprecoce, precoce e normal, com soma térmica menor que 825 graus-dias (GD), entre 830 e 900 GD e acima de 900 GD para o florescimento masculino, respectivamente. Quando estas cultivares não alcançam as somas térmicas exigidas, ocorre prolongamento ou redução da fase vegetativa, comprometendo o rendimento de grãos.

A planta de milho precisa acumular quantidades distintas de energia ou simplesmente unidades calóricas necessárias a cada etapa de crescimento e desenvolvimento. A unidade calórica é obtida por meio da soma térmica necessária para cada etapa do ciclo da planta, desde o plantio até o florescimento masculino. O somatório térmico é calculado pelas temperaturas máximas e mínimas diárias, sendo 30 e 10°C, respectivamente, as temperaturas referenciais para o cálculo.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento classifica as cultivares de milho, de acordo com o Zoneamento Agroclimático de Risco, em três grupos de características homogêneas: Grupo I (hiperprecoce e superprecoce: n < 110 dias); Grupo II (ciclo precoce n: = 110 a 145 dias); e Grupo III (ciclo normal: n > 145 dias), em que “n“ expressa o número de dias da emergência à maturação fisiológica. O número de dias entre os parênteses é o tempo para a colheita, considerando da emergência à maturidade fisiológica.

A produtividade de cada cultivarestá correlacionada as condições climáticas - Crédito Ademir Torchetti
A produtividade de cada cultivarestá correlacionada as condições climáticas – Crédito Ademir Torchetti

Realidade do milho

A realidade do uso de cultivares de milho precoce é mostrada pelo mercado de sementes para a safra atual: das 315 cultivares de milho que estão disponíveis, 214 são precoces (67,93%), 82 superprecoces (23,03%), 10 semiprecoces (3,17%), cincohiperprecoces (1,58%), e apenas quatro são de ciclo normal (1,27%). Estes valores estão relacionados com as cultivares transgênicas e não transgênicas.

 Análise realizada por pesquisadores de sistema de produção da Embrapa Milho e Sorgo mostra as distribuições percentuais dos ciclos em cultivares transgênicas e não transgênicas, exibidas na Tabela 1.

Tabela 1. Distribuição dos ciclos das cultivares de milho disponíveis no mercado para a safra 2016/17. Embrapa Milho e Sorgo.

Eventos  2016/17
  (%)
Transgênicos  67,93
Não transgênicos  32,06
Ciclo   
Hiperprecoce e Superprecoce  24,61
Precoce  67,93
Semiprecoce e Normal  4,44
Total de materiais disponíveis no levantamento  315

Fonte: Pereira Filho &Borghi (2016)

Época de plantio

Em relação à época de plantio, o que vai direcionar o melhor momento é a umidade do solo, temperatura, radiação solar e fotoperíodo que controla a fase de crescimento e desenvolvimento da planta. Isto é regra básica para plantio de milho de qualquer ciclo.

Embora não tenha custo adicional, o plantio de milho feito na época correta afeta diretamente a produção e a produtividade da lavoura e, consequentemente, o lucro do agricultor. O atraso no plantio do milho, seja de qual ciclo for, pode dificultar as operações agrícolas subsequentes, como o controle de pragas e plantas daninhas, além de aumentar a ocorrência e a severidade de doenças, e o fato é apontado como um dos principais fatores responsáveis pela baixa produtividade, principalmente dos pequenos e médios produtores familiares.

Essa matéria completa você encontra na edição de fevereiro 2017 da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua para leitura integral.

 

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