Produção de defensivos agrícolas enfrenta situação crítica

Tecnologia inovadora revoluciona a produção de defensivos agrícolas

Publicado em 7 de março de 2024 às 13h43

Última atualização em 7 de março de 2024 às 13h43

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Tubulações, processos, máquinas e funcionários atuando em várias etapas. Imagine uma fábrica de defensivos agrícolas e toda sua complexidade. Esse cenário, que por natureza requer atenção, enfrenta uma situação crítica quando encontramos uma contaminação cruzada.

A contaminação cruzada é a sobra de um produto que passou pela tubulação e que contamina o processo de fabricação de um outro produto, acarretando prejuízos econômicos e ambientais. 

Esse contexto envolve o descarte imediato do produto, um processo muito demorado e caro para as indústrias, uma vez que o produto contaminado não pode ser liberado em qualquer lugar, sendo necessário a sua armazenagem e incineração. Há também o descarte das embalagens, que não serão reaproveitadas. 

Aumento do preço do defensivo agrícola

Tudo isso contribui para aumentar o preço final de toda a linha produzida e para os produtores rurais pagarem mais por um produto do que de fato deveriam pagar.  

No entanto, uma tecnologia inovadora tem sido cada vez mais utilizada pelas empresas de defensivos agrícolas. Trata-se do UC System, desenvolvida pela Ultra Clean Brasil. 

Essa tecnologia realiza, em alguns segundos, a limpeza a seco das tubulações das fábricas de defensivos agrícolas, substituindo a demorada limpeza das tubulações com água e químicos, que chega a durar três horas, e conferindo ainda mais segurança e agilidade aos processos produtivos.

Com a solução UC System, as empresas de defensivos agrícolas podem ter diversos benefícios, tais como aproximadamente 250 horas a mais de produtividade por linha, redução na compra de matéria-prima, redução de energia, aumento de estoque e redução do consumo de água.

Bruno Ract, diretor de marketing da Ultra Clean Brasil, explica que, com o UC System, as indústrias otimizam a produção, utilizando 100% da matéria-prima comprada e economizando recursos. Além disso, diminuem o despejo na estação de tratamento de efluentes, reduzindo consideravelmente a emissão de CO2.

“Com menos retrabalho, as empresas de defensivos agrícolas conseguem produzir mais, com a mesma estrutura, sem investir em nova linha de produção, o que ajuda a diminuir o preço final do defensivo agrícola, beneficiando os produtores rurais”, finaliza. Para saber mais sobre a Ultra Clean Brasil, acesse https://ultracleanbrasil.com.br

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