Embrapa desenvolve filmes comestíveis

Créditos-Flavio Ubiali.

Publicado em 28 de maio de 2015 às 07h00

Última atualização em 15 de maio de 2025 às 16h31

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Créditos-Flavio Ubiali.
Créditos-Flavio Ubiali.

Resultado de duas décadas de pesquisas e de investimentos da ordem de R$ 200 mil, os filmes comestíveis foram apresentados pela primeira vez na Agrishow. Desenvolvidos à base de diferentes alimentos como espinafre, mamão, goiaba, tomate, beterraba, maracujá, entre outros, a novidade foi apresentada pela Embrapa Instrumentação (São Carlos “SP) aos visitantes da feira no estande do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Entre as vantagens desses filmes está o reaproveitamento de rejeitos da indústria de alimentos e a substituição de material sintético, que é descartado após o uso. Os filmes têm a mesma resistência e textura dos plásticos convencionais, mas podem aumentar o tempo de vida do alimento com a adição de propriedades bactericidas.

O chefe-geral da Embrapa Instrumentação e coordenador da pesquisa, Luiz Henrique Capparelli Mattoso, lembra que o trabalho de desenvolver filmes a partir de frutas tropicais é pioneiro no mundo.

Outro destaque da Embrapa Instrumentação são sensores de baixo custo para irrigação, como os sensores Diédrico e IG, que já estão em processo de produção industrial e devem estar disponíveis ainda neste primeiro semestre de 2015 para comercialização a preços que estarão entre R$ 10 e R$ 150.

Luiz-Henrique-Caparelli-Mattoso-líder-da-equipe-que-trabalha-com-os-plásticos-comestíveis-junto-com-os-estudantes-Marcos-Lorevice-e-Caio-Gomide-Otoni-Créditos-Flavio-Ubiali.jpg
Luiz-Henrique-Caparelli-Mattoso-líder-da-equipe-que-trabalha-com-os-plásticos-comestíveis-junto-com-os-estudantes-Marcos-Lorevice-e-Caio-Gomide-Otoni-Créditos-Flavio-Ubiali.jpg

Utilização

Os instrumentos podem ser usados no campo ou na cidade, indicam a quantidade de água no solo, servem para qualquer tipo de cultura e podem ser adaptados a todas as regiões do país. Outra vantagem é que os sensores são eficazes em períodos de chuvas e em épocas de estiagem e não exigem nenhuma fonte de energia.

Essa matéria você encontra na edição de maio da revista Campo & Negócios Hortifrúti. Adquira a sua!

 
 

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