É preciso atenção com o preparo do solo da próxima safra

A engenheira agrônoma e consultora técnica da MP Agro ensina as principais dicas para o produtor evitar erros comuns. Confira.
DCIM\100MEDIA\DJI_0051.JPG

Publicado em 23 de agosto de 2022 às 10h45

Última atualização em 23 de agosto de 2022 às 10h45

Acompanhe tudo sobre Mudas, Plantio, safra e muito mais!
Divulgação

Depois de colher a safrinha de milho, a maioria dos produtores brasileiros já estão com as máquinas prontas para começar um novo plantio da safra de soja. Mas, para que a produção seja de alta produtividade, é necessário uma série de cuidados com o preparo do solo para que a terra esteja nas melhores condições para receber essas novas sementes, etapa fundamental para o pleno desenvolvimento das plantas.

Segundo a engenheira agrônoma, Nayra Crivellari do Nascimento, consultora técnica na MP Agro, a alta produtividade e a longevidade das culturas estão diretamente relacionadas com o sucesso no preparo do solo. “Todas as etapas são importantes. As práticas que visam a correção do solo como calagem, gessagem e fosfatagem, propiciarão boas condições para o crescimento radicular. Já o controle de plantas daninhas, as operações de sulcação-adubação, o preparo das mudas e sementes, entre outros, colaboram para o sucesso do plantio, do estabelecimento e da produtividade da cultura”, conta.

Principais recomendações

Os solos, em geral, não suprem a demanda da soja em termos de nitrogênio (N). A engenheira agrônoma diz então que o parcelamento da adubação nitrogenada é importante e, assim sendo, deve ser pensado e manejado de maneira distinta entre os diferentes ambientes de produção agrícola. “Não é recomendado que o manejo seja realizado de maneira única e generalizada”, reforça.

Para ter a máxima eficiência em todos os processos do pré-plantio, além de todos os cuidados já abordados, até aqui, é preciso contar com tecnologia, afinal, são os implementos que vão melhorar a eficiência das aplicações, aumentando a produtividade e diminuindo o desperdício de insumos.

No caso da MP Agro, a indicação é para a Linha Z, que transforma qualquer modelo de pulverizador autopropelido em um distribuidor de fertilizantes. Toda a estrutura desse equipamento é desenvolvida em 100% aço inox, proporcionando maior vida útil e menos danos por corrosão. “A economia na transformação é de até 80% se comparado com a compra de um equipamento novo. Além disso, é rápido o retorno do investimento e a instalação é fácil e realizada na própria fazenda”, explica Nayra.

Outra particularidade do implemento da MP Agro é exatamente relacionada ao ganho de duas a quatro sacas por hectare com aplicação parcelada de nitrogênio. De acordo com a especialista, um importante aspecto (senão o mais) é o quanto de nitrogênio é necessário aplicar, em determinada situação, para que se atinja o nível produtivo condizente com o nível tecnológico empregado. “Além de todos esses pontos, fatores como tipo e fertilidade do solo, época de semeadura (safra ou safrinha), rotação de culturas, operacionalidade e, talvez o aspecto mais importante, o retorno econômico, são critérios que fazem grande diferença na tomada de decisão”, pontua.

Superando desafios

Para a engenheira agrônoma, a cada safra o produtor enfrenta e enfrentará muitos desafios, por isso, é preciso minimizar os erros que possam comprometer a produtividade, não só no pré-plantio, mas também até o pós-colheita. “Apesar de instabilidades que afetam uma parte da produção, temos a percepção de que o setor vai continuar em expansão produtiva. Com o produtor investindo constantemente em tecnologia, a expectativa é produzir cada vez mais com eficiência e sem prejuízos”, destaca a consultora técnica da MP Agro.

Ainda segundo ela, também é válido destacar que o Brasil é o quarto país que mais produz grãos. “Ou seja, temos uma grande responsabilidade de alimentar o mundo, por isso precisamos ter atenção e eficiência em todas as etapas da safra”, finaliza.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

PI AgSciences estreia na Feira de Inovações SCV com soluções disruptivas para tratamento de sementes

2

Famílias poderão produzir seus próprios alimentos dentro de condomínio, em Goiás

3

Leite brasileiro emite menos da metade do carbono que a média mundial, revela estudo inédito da Cargill, USP e Embrapa

4

Abisolo lança Summit de Nutrição Vegetal Inteligente e promove imersão técnico-científica em Piracicaba

5

Soja cai 2,1% para 177,8 mi t, mas mantém recorde; milho sobe para 136 mi t no ciclo 25/26

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

image001 (Pequeno)

PI AgSciences estreia na Feira de Inovações SCV com soluções disruptivas para tratamento de sementes

Fazenda Urbana, em Aparecida de Goiânia, faz plantio em rotação de culturas para usufruto dos futuros moradores do condomínio
Raquel Pinho

Famílias poderão produzir seus próprios alimentos dentro de condomínio, em Goiás

Estudo está entre os mais abrangentes já realizados no setor lácteo brasileiro. Foram analisados 24.349 animais em 28 fazendas localizadas em sete estados

Leite brasileiro emite menos da metade do carbono que a média mundial, revela estudo inédito da Cargill, USP e Embrapa

Divulgação
Abertura do Conexão Abisolo, em 2025.

Abisolo lança Summit de Nutrição Vegetal Inteligente e promove imersão técnico-científica em Piracicaba