Doenças relevantes do café requerem atenção do produtor

Não controladas, ferrugem, cercosporiose e antracnose podem levar a perdas da ordem de 40% a uma lavoura do grão

Publicado em 27 de julho de 2023 às 10h00

Última atualização em 27 de julho de 2023 às 10h00

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As doenças ferrugem do café ou ferrugem alaranjada, cercosporiose e antracnose levam perdas potenciais estimadas entre 30% e 40% a uma lavoura de café, conforme apontam estudos coordenados pela equipe técnica da Sipcam Nichino. Segundo a companhia, evitar ataques severos desses fungos ao grão requer a atenção do produtor, em face de possíveis perdas em rentabilidade e produtividade. Uma das alternativas eficazes sobre esses patógenos, diz a empresa, é seu fungicida Cuprozeb®.

Créditos: Divulgação

“Testes e pesquisas realizados na fronteira agrícola do grão mostraram que o produtor obtém êxito ao aplicar corretamente essa solução, no modo preventivo, frente a condições climáticas favoráveis ao surgimento das doenças, como chuvas e baixas temperaturas”, exemplifica Marcelo Palazim, consultor de marketing da Sipcam Nichino.

“A eficácia do fungicida está atrelada principalmente à tecnologia da formulação, que combina dois ativos protetores de sinergia comprovada em pesquisas. Tais compostos têm impacto favorável no desenvolvimento vegetativo, bem como na recuperação de plantas do cafeeiro após ocorrências das intempéries”, salienta.

De acordo com o agrônomo, a ferrugem do café ou ferrugem alaranjada Hemileia vastatrix) tornou-se nos últimos anos a doença mais relevante do cafeeiro, do ponto de vista agroeconômico. “O fungo causa desfolha, prejudica o desenvolvimento de plantas e até mesmo as floradas seguintes”, explica Palazim. “As perdas em produção chegam a 40%.”

Com potencial igualmente severo, complementa o agrônomo, a antracnose (Colletotrichum coffeanum) se estabelece na parte aérea do café: ramos, folhas, flores e frutos. “Não controlada, causa perdas em torno de 30% à produção e interfere negativamente também na qualidade da bebida”, resume.

Para Palazim, em virtude dos bons resultados entregues ao produtor, o fungicida Cuprozeb® passou a ser destacado entre as ferramentas com desempenho consistente e entrega de relação custo-benefício favorável no manejo de ferrugem, cercosporiose e antracnose no cafeeiro.

“Nos dias de hoje, é essencial ao produtor adotar ao longo da safra a alternância de ingredientes ativos nas estratégias de aplicação consciente de produtos para controle de fungos”, adianta. “O chamado manejo de resistência de fungos a fungicidas sistêmicos, conforme apuramos nos testes e pesquisas, adquire ainda mais robustez protetiva quando realizado com o emprego de Cuprozeb®.”

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