Barter é o diferencial na hora de comercializar

Os produtores de café têm gostado da nova moeda de pagamento - CréditoShutterstock

Publicado em 20 de maio de 2015 às 22h00

Última atualização em 20 de maio de 2015 às 22h00

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Os produtores de café têm gostado da nova moeda de pagamento - CréditoShutterstock
Os produtores de café têm gostado da nova moeda de pagamento – CréditoShutterstock

A Agritech, sempre à frente de seu tempo, lançou na Agrishow o sistema de barter para venda de seus tratores e implementos. “Somos uma das duas empresas de tratores que opera nessa forma de venda, o que, para nós, é uma vantagem, pois o cliente poderá garantir o pagamento com sua produção. Basta ele comprometer uma parte da sua safra para pagar o trator e implementos, pois damos ao cliente a segurança em quantidade de sacas“, diz Nelson Okuda Watanabe, gerente de vendas da Agritech.

Ele explica que, para a definição de preço, a base é a cotação do grão no dia. “Logicamente existe uma antecipação de recursos financeiros, e a trade faz essa antecipação, deflacionando a saca de café. Essa cotação é diária, passada pela trade que é nossa parceira, e chega ao montante de sacas de café para pagamento na safra 2015 e 2016“, detalha.

Muitas empresas utilizam o barter como ferramenta incentivadora das vendas
Muitas empresas utilizam o barter como ferramenta incentivadora das vendas ” Crédito Luize Hess

Como funciona

A Agritech realiza o barter para pagamento em duas safras, sendo que entram no sistema de venda todos os equipamentos produzidos pela Agritech, como tratores e implementos. O valor da compra do cliente depende da sua capacidade de pagamento, em função da sua produção.

“Para a Agritech, a vantagem do Barter é a viabilização da venda. Começamos a operar nesse sistema porque o mercado já está acostumado a trabalhar como ele, porém, na compra e venda de insumos em geral, e com prazo menor. Nossa grande dificuldade era o prazo estendido, mas como o sistema acontece em parceria com a trade, foi viabilizado. A trade precisa do café e a gente precisa vender a máquina. Já o cliente, potencializará sua mecanização agrícola. Ou seja, todos ganham“, diz Nelson Okuda.

Agritech

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