VitalForce chega aos oito anos

Equipe VitalForce - Crédito Divulgação

Publicado em 28 de janeiro de 2015 às 07h00

Última atualização em 28 de janeiro de 2015 às 07h00

Acompanhe tudo sobre Água, Nutrição, Nutrição foliar e muito mais!

 

Equipe VitalForce - Crédito Divulgação
Equipe VitalForce – Crédito Divulgação

Sediada na cidade paulista de Barretos, a empresa VitalForce chega aos oito anos de fundação

 

Com um início tímido em 22 de janeiro, na cidade de Olímpia (SP), a empresa tinha como principal negócio a industrialização para terceiros. Posteriormente, em julho de 2011, a empresa modificou a estratégia, iniciando a formação de equipe, bem como parceiros comerciais.

O ano de 2012 também foi marcante para a empresa, quando em setembro a VitalForce mudou sua sede fabril para a cidade de Barretos (SP), onde encontra-se instalada e em processo de expansão. Sua unidade fabril tem um total de 10.000 m2, sendo que a planta construída conta com 2.000 m2.

A expansão da empresa ocorreu também em áreas de atuação. Hoje, a VitalForce está em sete estados (SP, MG, GO, MT, RO, BA e ES), além atuar no Paraguai. “Estamos apenas no 4º ano agrícola, e o nosso crescimento não é mensurado apenas em números, mas também em nível de satisfação de nossos parceiros comerciais. Somos uma empresa jovem, mas com muito dinamismo. Sabemos o que é preciso para crescer alicerçados – manter o parceiro confiante de que pode contar com a VitalForce“, disse o diretor de Marketing & Vendas, Gustavo Boscon.

Os sócios da VitalForce
Os sócios da VitalForce ” Crédito Divulgação

Portfólio

A empresa conta hoje com mais de 40 produtos em seu portfólio, dentre eles produtos tendo como fonte os óxidos, carbonatos, cloretos e sulfatos. Os produtos da VitalForce podem ser aplicados tanto nas folhas como no solo, proporcionando, assim, resultados práticos e de alta relação custo x benefício em ambas aplicações.

Outro ponto a se destacar na empresa é a equipe comercial. Composta por técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos, a empresa busca não somente as vendas, mas também uma consultoria técnica voltada para o produtor. Para isso, duas vezes ao ano a equipe é inserida em treinamentos com professores de diversas áreas da agricultura, tais como nutrição foliar, nutrição de solo, fisiologia de plantas, tecnologia de aplicação, dentre outros.

“Nossa equipe comercial é altamente capacitada tecnicamente. Nossa função é apoiar o desenvolvimento do agronegócio e, portanto, nossa responsabilidade é grande e estamos preparados para isso. A empresa é como uma engrenagem, dividida em quatro setores bem distintos: administrativo, P&D, PCP e comercial. Todos têm que estar funcionando em perfeita harmonia. Quero, em nome de todos os diretores, agradecer aos nossos colaboradores. Sem pessoas comprometidas e envolvidas, não se chega a lugar algum“, finaliza Gustavo Boscon.

Essa matéria você encontra na edição de janeiro da revista Campo & Negócios Grãos. Clique aqui para adquirir já a sua.

 

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

PI AgSciences estreia na Feira de Inovações SCV com soluções disruptivas para tratamento de sementes

2

Famílias poderão produzir seus próprios alimentos dentro de condomínio, em Goiás

3

Leite brasileiro emite menos da metade do carbono que a média mundial, revela estudo inédito da Cargill, USP e Embrapa

4

Abisolo lança Summit de Nutrição Vegetal Inteligente e promove imersão técnico-científica em Piracicaba

5

Soja cai 2,1% para 177,8 mi t, mas mantém recorde; milho sobe para 136 mi t no ciclo 25/26

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

sojaPlantio direto

Soja cai 2,1% para 177,8 mi t, mas mantém recorde; milho sobe para 136 mi t no ciclo 25/26

Fotos: Joel Lima da Fonseca

Câmara Setorial do Trigo de São Paulo abre agenda de 2026 com debate sobre safra e mercado no estado

Sintomas do bicho-mineiro na folha do cafeeiro - Crédito Paulo Rebelles

Controle preventivo do bicho-mineiro evita perdas e assegura alta performance dos cafezais

Acervo Sebrae
IG foi fruto da atuação conjunta do Instituto do Café da Chapada de Minas (ICCM) e do Sebrae Minas.
Sebrae e ICCM (Instituto do Cafe da Chapada de Minas) | Banco de Imagens do Cafe da Chapada de Minas

Na imagem, a Fazenda Jacutinga

Imagem: Leo Drumond / NITRO

Cafés da Região da Chapada de Minas conquistam Indicação Geográfica