Empresas do agro têm forte perda financeira com surtos e transientes de tensão

Publicado em 17 de fevereiro de 2020 às 17h03

Última atualização em 17 de fevereiro de 2020 às 17h03

Acompanhe tudo sobre Queima e muito mais!

Embora ainda pouco conhecida pelos empresários, solução para o problema é simples e retorno financeiro costuma ser rápido

Surtos e transientes de tensão são um pesadelo na vida de muitos empresários brasileiros do agronegócio. Provocados por descargas elétricas e por falhas na rede de distribuição de energia, ou internamente, pelos próprios equipamentos, os transientes são devastadores para sistemas eletrônicos e costumam ser sinônimo de prejuízo e redução na produtividade.

É comum que as empresas tenham que repor mais de uma vez ao ano peças e equipamentos caros e sofisticados por conta da queima causada pelos surtos. O problema é tão disseminado e constante que gerentes financeiros direcionam parte do orçamento anual para a reposição de equipamentos.

Mas já existem no mercado produtos capazes de conter os transientes e evitar estas drásticas perdas financeiras. Os supressores de surto, já muito utilizados nos Estados Unidos e na Europa, começam a se popularizar também no Brasil. Com tamanho relativamente pequeno, esses equipamentos ajudam a evitar rombos financeiros e transtornos gigantescos.

“As empresas costumam gastar um bom dinheiro todo ano com reposição de peças devido aos transientes de tensão. Embora muitas delas tenham se acostumado com essa situação, estamos vendo uma tomada de consciência por parte dos empresários e gerentes financeiros. Eles estão entendendo que os supressores de surto são a solução para este problema”, disse André Raitz, Gerente no Brasil da norte-americana SineTamer.

Uma das empresas agrícolas mais modernas do país, a Fazenda Figueiredo, em Cristalina, Goiás, chega a produzir 68.000 litros de leite por dia. A fazenda sofria interrupções frequentes em sua ordenha mecânica, devido aos transientes, que queimavam os equipamentos usados na ordenha. Após a instalação de supressores de surto, as queimas pararam de acontecer.

Em outra empresa goiana, especializada no beneficiamento de soja e cana de açúcar, a queima de equipamentos – principalmente em PLC, fontes, inversores e soft starters – acontecia todas as semanas. As perdas financeiras com a substituição das peças danificadas e a contratação de serviços terceirizados superavam R$ 250.000 anuais. O investimento feito na compra e instalação de supressores foi pago em menos de dois meses.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Irrigação inteligente para todos os projetos: Viqua Irriga amplia portfólio com lançamentos da linha K-Rain

2

KWS amplia atuação em hortaliças e aposta no mercado brasileiro de melancias

3

Abacate Hass: mercado global entra em nova fase

4

Sebrae Minas e Embrapa firmam parceria para impulsionar a pecuária leiteira com inteligência de dados

5

Bioeconomia florestal ganha reforço com ampliação de centro da Embrapa

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

regiao-cerrado-mineiro-world-coffee-2026

Região do Cerrado Mineiro na World of Coffee Brussels 2026 destaca nova safra e origem certificada

gestao de pessoas no agro (1) (Pequeno)

Gestão de pessoas: o diferencial que impulsiona resultados no campo

Foto 01 (Pequeno)

Spodoptera frugiperda: FMC reforça manejo com soluções inovadoras

Hands that are picking coffee beans from the coffee tree

Manejo biológico no café aumenta produtividade e rentabilidade das lavouras