Respostas das florestas às algas

tree with root

Publicado em 8 de novembro de 2018 às 07h23

Última atualização em 8 de novembro de 2018 às 07h23

Acompanhe tudo sobre Ácaro, Alga, Cálcio, Pulverização, Tratamento de semente e muito mais!

Camila Leite Santos

Graduanda em Engenharia Florestal – Universidade Federal de Lavras (UFLA)

camila_leite96@hotmail.com

Crédito Shutterstock

As algas são seres que possuem estruturas complexas, ou seja, são eucariontes e também clorofiladas, o que permite a realização de fotossíntese e atribuição de cores características às mesmas. Podem ser uni ou multicelulares.

 

Efeitos nas plantas

 

Quando são adicionadas algas marinhas em fertilizantes minerais o efeito fisioativador é ocasionado, o qual é responsável por proporcionar estímulos de crescimento vegetativo e defesa contra patógenos às plantas.

Além de promoverem fortalecimento da estrutura, aperfeiçoam a eficiência dos insumos, melhoram a qualidade da planta, a resistência ao estresse e aumentam a qualidade do produto final, além de garantir melhor desenvolvimento das raízes (maior crescimento lateral).

 

Fontes de vida

 

Para as florestas, as algas marinhas podem ser fontes naturais de cálcio, magnésio (nutrientes essenciais para as plantas) e diversos outros nutrientes, o que, por consequência, resulta em melhorias significativas em campo.

Adicionando extratos de algas a adubos minerais, sua absorção e aproveitamento são melhorados. Lembrando que qualquer planta pode ser beneficiada pela utilização de algas, pois o cálcio promove redução da acidez do solo, melhora o crescimento das raízes, aumento da atividade microbiana, da disponibilidade de molibdênio (Mo) e de outros nutrientes.

O magnésio também é fundamental para a formação de raízes, pois aumenta o sistema radicular e auxilia no acúmulo de sacarose das folhas para fora, ou seja, amplia o acréscimo de açúcar em frutos e colmos.

Mesmo com a presença de alguns compostos bioativos, as respostas das plantas podem variar, pois dependem tanto do método (tratamento de sementes, pulverização foliar e/ou irrigação), quanto das dosagens e frequências de aplicação, variando também com a espécie e cultivar selecionada, estação do ano e localização geográfica do cultivo, dentre outros fatores.

O resultado é uma produtividade em torno de 10% maior, ao potencializar a eficiência do adubo químico.

 

Essa matéria completa você encontra na edição de novembro/dezembro  de 2018 da Revista Campo & Negócios Floresta. Adquira o seu exemplar para leitura completa.

Participe do Nosso Canal no WhatsApp

Receba as principais atualizações e novidades do agronegócio brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Últimas publicações

1

Agritech encerra Agrishow 2026 com alta de 10% em negócios e reforça otimismo para o ano

2

Inscrições abertas para o Prêmio Personalidades Brasileiras da Aquicultura 2026

3

Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal debate responsabilidade, mercado e performance na quinta em São Paulo

4

Feicorte 2026 terá primeiro julgamento de animais rústicos de SP e ampliação da área de expositores

5

Região do Cerrado Mineiro realiza imersão na Europa para fortalecer estratégias de origem e posicionamento global

Assine a Revista Campo & Negócios

Tenha acesso a conteúdos exclusivos e de alta qualidade sobre o agronegócio.

Publicações relacionadas

Crédito Imagem: vecteezy

Arranjo da Borracha movimenta R$ 3,1 milhões e fortalece a renda de 636 famílias extrativistas na Amazônia

Silvicultura-12-Crédito-Shutterstock-01-2022

Silvicultura de espécies nativas ganha escala com apoio do BNDES

alta cafe (Pequeno)

Alta Café 2026: sexta edição reforça protagonismo da Mogiana Paulista e aposta em inovação, turismo e mais

Tucano-de-bico-verde é símbolo do Projeto Aracê Ibá na B4, a bolsa de ação climática / Crédito: Freepik

Projeto Aracê Iba, da Bolsa de Ação Climática, traz proteção para o coração da Amazônia no Pará