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Agricultor Mateus Passinatto, do Mato Grosso, é o grande destaque nacional na colheita de milho

O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (26), durante o 5° ano do Fórum Getap.
O grande campeão nacional sequeiro - Mateus Passinatto, de Campos de Júlio (MT). Também 1º lugar sequeiro região Oeste. Divulgação
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Os resultados do Concurso de Produtividade no Milho Inverno 2025, apresentados na manhã desta quarta-feira (26), em Indaiatuba/SP, durante o Fórum Getap, comprovam, mais uma vez, o alto nível técnico e o comprometimento dos agricultores brasileiros com a excelência na produção. Neste 5° ano da competição e evento, foram premiados aqueles que alcançaram os melhores índices nas categorias irrigado e sequeiro, em diferentes polos agrícolas.

O grande campeão foi o produtor Mateus Passinatto, de Campos de Júlio (MT). Com a colheita de 268,4 sacas de milho por hectare no cultivo em sequeiro, ele se destacou utilizando híbridos da Corteva. “Este produtor participou de outras edições, inclusive foi ao nosso evento do ano passado, e acabou se inspirando a almejar vencer o concurso”, destaca, o coordenador técnico do Getap, Gustavo Resende Capanema.

Na categoria irrigado, o destaque ficou com Douglas Orth, de Correntina (BA), inscrito pela Bayer, que obteve uma produção expressiva de 244,9 sc/ha. “O Douglas plantava na região Sul, e a 40 anos mudou o foco para o estado da Bahia. Ele acreditou no potencial da região e está mostrando que com trabalho bem feito e uso de tecnologias é possível chegar em resultados excelentes”, cita o coordenador.

Esta edição contou com um número recorde de inscrições, foram 618 participantes, considerando apenas as áreas do inverno 2025. Ao todo, agricultores de 12 estados marcaram presença: BA, MA, SE, TO, PA, RO, MT, MS, GO, MG, SP e PR. As áreas foram auditadas por empresas terceirizadas e certificadas pelo Getap (Grupo Tático de Aumento de Produtividade).

Segundo Capanema, nesta temporada os produtores tiveram que superar a curta janela do plantio de milho e comprovaram alta eficiência. Além disso, houve também um volume elevado de precipitações entre janeiro e fevereiro, o que comprometeu momentaneamente as condições ideais de entrada nas áreas. “Esse cenário gerou, inicialmente, uma expectativa de possível redução de produtividade, especialmente nas regiões do Cerrado. No entanto, a regularização climática ao longo do ciclo compensou o atraso inicial. Houve boa distribuição de chuvas, particularmente em Mato Grosso, de onde saiu justamente o grande campeão desta edição”, destacou.

Campeões regionais

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A regionalização foi incorporada à premiação como uma metodologia inspirada em estudos técnicos sobre clima e solo, comparando áreas sob condições semelhantes de clima e pressão de pragas. Isso equilibra a competição e amplia o caráter técnico da avaliação. As regiões foram divididas da seguinte forma:

  • Norte: Alagoas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Sergipe e Bahia;
  • Oeste: Mato Grosso e Norte e Sul do Mato Grosso do Sul;
  • Centro: Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais;
  • Sul: Paraná e São Paulo.

Além de obter o título de grande campeão nacional, o produtor Mateus Passinatto também foi destaque como 1º lugar sequeiro Oeste. Da mesma forma, Douglas Orth levou o título de 1º lugar irrigado Norte e Fagner Santana, de Inhambupe (BA) que alcançou a 1ª colocação, com cultivo em sequeiro ao colher 232,5 sc/ha (Corteva).

Na região Centro, a produtora Avanilda Santeiro, de Mineiros (GO), foi a vencedora no cultivo do cereal em sequeiro, com 238,9 sc/ha (Bayer). Já no cultivo irrigado da mesma região, o campeão foi Hélio Yamamoto, de Paracatu (MG), inscrito também pela Bayer, com 221,7 sc/ha.

Na região Sul, no cultivo irrigado, o destaque foi Joaquim Nishi, de Capão Bonito (SP), que colheu 220,5 sc/ha (Bayer). No plantio em sequeiro, o 1º lugar ficou com a Família De Bortoli, de Mariópolis (PR), que, com tecnologia da Corteva, alcançou 203,1 sc/ha de milho.

Todas as áreas inscritas foram auditadas levando em conta indicadores-chave de produção, como produtividade, população obtida, número e peso de grãos por espiga. Após a premiação, os participantes receberão um relatório técnico completo, produzido pela equipe do Getap, permitindo comparar o seu desempenho com as médias dos demais produtores participantes.

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