Na edição 2025 da Hortitec, a Bio Controle, empresa com 28 anos de atuação e referência no manejo integrado de pragas, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação tecnológica na agricultura e no controle biológico.
Sob o comando técnico de Gabriel Gitz, gerente de produtos, a empresa apresentou ao público uma de suas mais promissoras soluções: o ISONET-TUTA, tecnologia de confusão sexual para o controle da Tuta absoluta, a temida traça-do-tomateiro.
“Estamos falando de um método que pode proteger o tomateiro durante quatro meses com uma única aplicação do sistema de confusão sexual. É 100% sustentável, sem resíduos, seguro para o meio ambiente, o agricultor e o consumidor”, explica Gabriel Gitz.
O sistema utiliza um polímero que libera feromônio de forma contínua, criando uma “pluma de odor” que impede o acasalamento do alvo biológico. Resultado: os machos não encontram as fêmeas para o acasalamento e a população cai drasticamente.

Bio Controle: 28 anos mudando o jogo com uso de feromônios
A Bio Controle foi pioneira no desenvolvimento e utilização de feromônios no Brasil, e hoje lidera o setor com um portfólio que vai do monitoramento populacional ao controle e confusão sexual, passando por atrativos e outros produtos para diversas culturas.
“Nossa atuação vai do norte ao sul do país, passando por frutíferas, HF, cana-de-açúcar, citros, tabaco, maçã, pêssego, pera… enfim, onde tem praga, tem Bio Controle atuando com precisão”, afirma Gabriel Gitz.
E o segredo da empresa está no tripé: eficácia, sustentabilidade e conhecimento técnico.
Presença estratégica na Hortitec
Sobre a participação na Hortitec, o gerente foi direto: “Mesmo com um fluxo um pouco menor, a qualidade do público foi altíssima. Recebemos grandes produtores, tomadores de decisão e representantes de agroindústrias. O saldo é extremamente positivo”.
Além do ISONET-TUTA, a empresa reforçou sua linha de tecnologias para confusão sexual com produtos que dispensam pulverizações durante ciclos inteiros, economizando água, insumos e tempo. “Estamos fazendo a natureza trabalhar a favor da própria natureza, com muito estudo, pesquisa e respeito pelo campo brasileiro”, conclui.
