Presidente da ACA celebra 40 anos da associação

Publicado em 9 de abril de 2025 às 16h50

Última atualização em 15 de maio de 2025 às 16h14

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Divulgação

Durante a cerimônia de abertura da 28ª edição da Fenicafé — Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura — realizada na segunda-feira (7) em Araguari, no Triângulo Mineiro, o presidente da Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), Cláudio Morales Garcia, celebrou os 40 anos da entidade e destacou o protagonismo da região na cafeicultura irrigada brasileira.

O presidente da associação ressaltou que o ano de 2025 é simbólico não apenas pela 28ª edição da Fenicafé, mas também pela comemoração das quatro décadas da ACA. “São décadas de trabalho, com muita dedicação e inovação ao fortalecimento do café irrigado no Brasil”, afirmou.

Morales relembrou a origem da associação, criada por um grupo de produtores visionários que apostaram no associativismo, na pesquisa e na inovação como caminho para transformar a cafeicultura regional. “Foi essa visão que nos trouxe até aqui, consolidando Araguari como referência nacional em café irrigado. Hoje temos orgulho em dizer que quase 100% das lavouras do nosso município são irrigadas.”

Ao destacar a evolução da feira ao longo dos anos, Cláudio lembrou que a Fenicafé se tornou o maior evento dedicado ao café irrigado no país, reunindo conhecimento, tecnologia e negócios. “Sempre em busca de eficiência e sustentabilidade. E nunca foi tão importante falar sobre isso.”

O presidente da ACA também chamou atenção para os desafios que o setor enfrenta atualmente, como mudanças climáticas, exigências de mercado e novas tendências de consumo. Segundo ele, a Fenicafé é o ambiente ideal para refletir sobre essas transformações. “Temos que estar preparados, e a Fenicafé é o espaço ideal para discutirmos o presente e desenharmos o futuro da nossa produção.” Entre os destaques da programação deste ano, Morales citou os debates sobre inovação na irrigação com foco no uso racional da água, estratégias para elevar a qualidade da bebida, mercados emergentes e sustentabilidade como eixo central. “Estamos cada vez mais conectados com o mundo e, ao mesmo tempo, valorizando o que temos de melhor aqui em nossa terra. Um café de altíssima qualidade produzido com tecnologia e paixão”, concluiu.

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