Jacto realiza entrega de colhedora comercializada por meio da modalidade de Barter

Produtor José César Jorge recebe equipamento de representantes da Revenda Sami Máquinas de Franca - SP - Crédito Divulgação

Publicado em 9 de junho de 2017 às 18h02

Última atualização em 9 de junho de 2017 às 18h02

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Produtores de Ibiraci-MG adquiriram uma colhedora modelo KTR 3500. Operação possibilita a aquisição de máquinas agrícolas através da modalidade de troca por produtos.

Produtor José César Jorge recebe equipamento de representantes da Revenda Sami Máquinas de Franca - SP - Crédito Divulgação
Produtor José César Jorge recebe equipamento de representantes da Revenda Sami Máquinas de Franca – SP – Crédito Divulgação

Visibilidade do investimento, negociação na moeda do produtor e prazo diferenciado de pagamento. Esses são os benefícios da operação de Barter ” do inglês troca – modalidade diferenciada para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e mais uma opção de crédito para o produtor.

Por meio da operação, a Jacto realizou no dia 19 de maio a entrega de uma colhedora de café, modelo KTR 3500, para os produtores de café José César Jorge e Maria das Graças Peixoto, de Ibiraci-MG.

A modalidade Barter que já é conhecida no mercado e que foi adotada pela Jacto em 2016, consiste em permitir o pagamento em produto, no caso sacas de café, como alternativa na aquisição de modelos de colhedoras da empresa.

Produtor José César Jorge recebe equipamento de representantes da Revenda Sami Máquinas de Franca - SP - Crédito Divulgação (3)

“A intenção é exatamente abrir mais uma possibilidade para a aquisição de máquinas e equipamentos e oferecer condições de pagamento para que o produtor possa ter mais opção de acesso às tecnologias que lhe permitam maior produtividade, segurança e qualidade, que são características dos nossos produtos. Através dessa operação, o produtor poderá pagar em até 3 safras“, explica Armando Carlos Maran, gerente de vendas de colhedoras da Jacto.

Produtor José César Jorge recebe equipamento de representantes da Revenda Sami Máquinas de Franca - SP - Crédito Divulgação (2)

Para estruturar a operação, a Jacto conta com a assessoria da Unibarter, empresa referência no assunto e que conduziu a operação com a Louis Dreyfus Company, uma líder na comercialização e processamento de produtos agrícolas e uma das parceiras-chave deste programa no Brasil.

Filipe Paiva, consultor da UniBarter, explica que toda operação é feita de forma a facilitar a aquisição, tornando-a simples e ágil.

“O suporte da consultoria busca exatamente atuar como uma facilitadora do processo, o que permite uma negociação simples, focada em formalizar a operação. Além da agilidade, o Barter traz muita segurança para o produtor, uma vez que ele sabe exatamente qual é o seu investimento e pode focar na produtividade e qualidade do seu produto“, avalia.

A negociação foi conduzida pela revenda Sami Máquinas, localizada em Franca-SP, que atendeu os produtores e apresentou os diferenciais dos equipamentos e também as opções de compra.

“Atuamos sempre no sentido de indicar o equipamento adequado às necessidades do cliente, considerando tecnologias, custo benefício e também as melhores formas de pagamento. Ficamos felizes em poder colaborar e saber que o cliente foi devidamente assistido naquilo que procurava“, avalia Sami El Jurdi, Diretor Comercial da revenda.

Os produtores explicam que optaram pelo Barter na aquisição da colhedora e também de um trator pois já conheciam o procedimento e o utilizam para a aquisição de insumos, como defensivos e adubos.

“Eu acho essa opção facilita o planejamento, pois trabalhamos na nossa moeda e sabemos exatamente o que vamos entregar.  É um investimento alto e por isso temos que fazer o negócio certo. Por isso a opção pela troca pesou na escolha“, explica o produtor José Cesar Jorge, que reforça que sempre conta com a esposa nas decisões.

“Trabalhamos juntos, ela está envolvida em todo o processo e na decisão, sempre. É de fato uma parceria’, complementa Jorge.

A colhedora em questão foi a primeira a ser adquirida pelo casal. Antes, para a colheita, era preciso alugar o equipamento.

“A aquisição vai facilitar o processo de colheita na lavoura, pois podermos programar as atividades em campo, se necessário passar duas vezes a máquina e na hora adequada, sem atrasos ou imprevistos’, finaliza.

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